sexta-feira, 27 de janeiro de 2017
Redução de novas descobertas. E o Brasil com isso?, por Armando Cavanha
Houve uma redução significativa no volume de óleo descoberto em 2016 ao redor do mundo. Os números anunciados nos balanços do ano giram na casa de 6 bilhões de barris de óleo equivalente (bboe), segundo a Rystad Energy de Oslo. Estudos indicam que o esperado anual seria de cerca de 40 bilhões de boe, como manutenção dos patamares anteriores.
Houve menos sísmica, menos perfurações, menos descobertas.
Não que haja uma relação direta destas variáveis, muito menos em causa e consequência em tempos curtos.
Mas há sim certa influência dos últimos anos menos atrativos em termos de preços do produto final produzido e isto afeta principalmente o humor de investidores, empresas de petróleo e até o supply chain de bens e serviços de óleo e gás.
Além disto, perfurar e encontrar óleo é o melhor dos mundos, mas não achar significa pelo menos ganhar conhecimento, aumentando as chances das “apostas” futuras.
No mundo foram perfurados 431 poços em 2016, cerca da terça parte do ano de 2014. No Brasil estima-se que a queda tenha sido ainda maior proporcionalmente.
As consequências
Isto certamente trará consequências pelos próximos anos, independentemente de qualquer retomada de atividade. Há um efeito defasado dos investimentos, suas descobertas e mais ainda da cadeia produtiva consequente.
A geofísica também se ressentiu desta redução de interesse, já que ela vem antes da perfuração, quando mapeia as estruturas e as oportunidades com os navios de air gun e hidrofones passeando pelos mares.
E o Brasil neste contexto?
Um tema complexo, arriscado de se analisar, ideal de ser feito por geólogos, geofísicos, mais ainda com aqueles com visão de reservatórios. Mas não há dúvidas de que estamos reduzindo nosso interesse em áreas nem tão atrativas, que no passado recente tinham grande apetite exploratório no país. E, adicionalmente, desativando com velocidade alta reservatórios mais antigos, como na Bacia de campos mais inicial, que poderiam estar sendo recuperados com as novas tecnologias e investimentos de parceiros internacionais, multiplicando a produção de óleo ainda lá existente. Toda a estrutura está pronta nestes locais, obviamente carece de estudos de viabilidade para reinvestimentos campo a campo com base na história e revisão técnica caso a caso.
Os 12 ou 15 bilhões de boe de reservas provadas do Brasil e as muitas dezenas de bboe potenciais com a chegada do pré-sal nos fazem razoavelmente bem posicionados, no que diz respeito aos números já existentes.
Apenas considerando as reservas provadas, teríamos, com um consumo de 2,5 milhões de boe/dia, mais de 10 anos de "estoque". Claro, a depender de investimentos de processos de produção, escoamento, estrutura, quase que totalmente focalizados na Petrobras, que hoje não se encontra em uma fase de caixa capaz de suportar desafios muito desconcentrados.
"Timing"
Ocorre que estamos, nós brasileiros, perdendo o "timing" da retomada.
Como provavelmente o mundo irá necessitar de grandes volumes de hidrocarboneto pelo futuro próximo, incluindo o gás, que é uma história a parte, e como não há clareza de nenhuma tecnologia substituta para breve, ter "estoques" produtivos significaria ter recursos financeiros certeiros à frente. As conquistas sociais em todo o mundo não tem muita chance de retroceder, como o consumo de energia, o bem estar conquistado, transporte, tendências de inclusão social, portanto uma demanda em processo de crescimento sobre estes “poucos” 100 milhões de boe/dia de consumo global.
Brasil exportador
Além disto, ter um “excesso” de produção em relação ao consumo para breve significaria poder exportar um pouco, quem sabe 1 milhão de boe por dia, e com um consumidor faminto e insaciável como os EUA aqui do lado. Consomem perto de 19 milhões de boe por dia, de forma crescente. Produzem metade em casa, importam muito, teríamos a chance de uma parceria de alto valor com pouco volume, mas com logística “vertical” atrativa e sem ter de passar petróleo por regiões perigosas.
O Brasil ainda tem tempo de fazer um bom trabalho, arrumar a casa rapidamente, com agenda fixa de bids, simplificação dos contratos, conteúdo local competitivo, Repetro desburocratizado. Porém, o mais importante, com regras duradouras, num acordo interno, que permitisse aos diversos investidores a segurança de que não iríamos mudar tudo a cada eleição presidencial vindoura.
Hora de um movimento organizado e positivo, hora de se preparar para ganhar o jogo.
Fonte: Armando Cavanha F.
Revista TN Petróelo
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
Um beco sem saída: o acerto de contas
Parece que diante dos escândalos de corrupção descortinados na Petrobras pela Operação Lava-Jato, a estatal encontra-se num beco sem saída: na coletiva de imprensa em que deveriam ter sido anunciados os resultados operacionais do terceiro trimestre de 2014, mais uma vez o balanço financeiro da empresa foi atrasado em razão da necessidade do ajuste contábil do valor dos seus ativos. Sem o acerto de contas, a Petrobras está inviabilizada de captar recursos no mercado financeiro. Nessa corrida contra o tempo, a companhia tem apenas seis meses de caixa sem precisar acessar nenhum mercado de dívidas. Esse é o impacto econômico da corrupção praticada dentro da empresa.
Apesar das investigações ainda em curso, o diretor financeiro da Petrobras, Almir Barbassa, explicou na coletiva que o levantamento de perdas está sendo feito com base nos depoimentos de Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da companhia, e do doleiro Alberto Yussef, no âmbito da delação premiada. De acordo com Barbassa, "eu prefiro esperar o valor que virá do cálculo que estamos fazendo (com base nos depoimentos). Se ficar no nível que estamos esperando, não haverá mudança no nível do pagamento de dividendos".
A presidente da Petrobras, Graça Foster, anunciou a criação da diretoria de Governança e Compliance, com o objetivo de verificar a conformidade da companhia com as regras impostas por lei e dar mais transparência ao mercado. Ela também afirmou que a empresa precisará de mais tempo para divulgar os seus resultados financeiros. "Propusemos ao Conselho criar uma diretoria de Governança. Recebemos apoio unânime do Conselho. Em face das atuais denúncias da Operação Lava Jato, a companhia não está pronta para divulgar seus resultados. Essas denúncias podem impactar potencialmente suas demonstrações. No dia 8 de outubro, os depoimentos dados por Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef poderão levar a possíveis ajustes. E por isso é necessário mais tempo. Tempo também para se obter aprofundamento nas investigações dos escritórios em curso e aprimorar os controles internos" disse a presidente.
Graça também falou sobre a empresa holandesa SBM Offshore, que pagou propina para vários funcionários da Petrobras: "Ela oficializou a nós que pagou e corrompeu empregados da Petrobras. Então, não há menor chance de continuar trabalhando com essa empresa ou perimitir que ela participe de novas licitações até que tudo seja esclarecido".
Fonte: Redação TN Petróleo
sábado, 6 de setembro de 2014
ANP divulga lista de postos revendedores flagrados em fraude
A partir de hoje (2), a ANP passa a divulgar mensalmente a lista de postos revendedores de combustíveis flagrados em ações de fiscalização praticando a irregularidade conhecida como “bomba-baixa”.
Essa fraude consiste no fornecimento ao consumidor de quantidade de combustível menor do que a mostrada no visor da bomba de abastecimento.
Inadvertidamente, o consumidor paga por quantidade maior do que a efetivamente recebida no tanque de seu veículo.
A "bomba-baixa" é uma das irregularidades mais encontradas pelas forças-tarefas que vêm sendo realizadas pela ANP para fiscalizar o mercado de combustíveis de todo o Brasil.
A constatação da "bomba-baixa" é atribuição da ANP que não se confunde com a do Inmetro.
Esse órgão é responsável pela aferição e certificação do equipamento medidor, enquanto a Agência se ocupa em identificar se a bomba está sendo operada da maneira correta, fornecendo a quantidade de combustível informada ao consumidor.
A divulgação no endereço (http://www.anp.gov.br/?id=2873) incluirá endereços dos postos revendedores, com dados retroativos a 1º de julho de 2014.
A medida se insere na estratégia da ANP de dar publicidade às ações de fiscalização e seus resultados, propiciando à sociedade, em geral, e ao consumidor, em particular, ferramenta de proteção a seus interesses.
Essa nova divulgação vem se juntar às já praticadas pela ANP para apontar revendedores e distribuidores que comercializam combustíveis em desacordo com as especificações vigentes.
Fonte: ANP
Essa fraude consiste no fornecimento ao consumidor de quantidade de combustível menor do que a mostrada no visor da bomba de abastecimento.
Inadvertidamente, o consumidor paga por quantidade maior do que a efetivamente recebida no tanque de seu veículo.
A "bomba-baixa" é uma das irregularidades mais encontradas pelas forças-tarefas que vêm sendo realizadas pela ANP para fiscalizar o mercado de combustíveis de todo o Brasil.
A constatação da "bomba-baixa" é atribuição da ANP que não se confunde com a do Inmetro.
Esse órgão é responsável pela aferição e certificação do equipamento medidor, enquanto a Agência se ocupa em identificar se a bomba está sendo operada da maneira correta, fornecendo a quantidade de combustível informada ao consumidor.
A divulgação no endereço (http://www.anp.gov.br/?id=2873) incluirá endereços dos postos revendedores, com dados retroativos a 1º de julho de 2014.
A medida se insere na estratégia da ANP de dar publicidade às ações de fiscalização e seus resultados, propiciando à sociedade, em geral, e ao consumidor, em particular, ferramenta de proteção a seus interesses.
Essa nova divulgação vem se juntar às já praticadas pela ANP para apontar revendedores e distribuidores que comercializam combustíveis em desacordo com as especificações vigentes.
Fonte: ANP
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Petrobras é condenada a pagar R$ 5 mi por barrar tecnólogos em concurso
A ação foi iniciada pelo sindicato dos tecnólogos da Bahia e proíbe que novos concursos da Petrobras adotem restrição semelhante
07/02/2014 | 13:43 | FOLHAPRESS
Enquanto o Ministério da Educação vem estimulando a formação de tecnólogos, a Petrobras - principal estatal do país - foi condenada a pagar R$ 5 milhões por barrar esses profissionais em concurso público.
Em dezembro passado, a Justiça do Trabalho definiu a quantia como indenização pelo dano moral coletivo provocado pela restrição, prevista em concurso da Liquigás, subsidiária da estatal.
No trecho do edital em que são definidos os requisitos básicos para a disputa, a empresa informa que "não serão aceitos cursos de tecnólogo ou licenciatura" -a exceção é para o cargo de profissional de tecnologia da informação. Entre os cargos de nível superior, foram ofertadas sete vagas para engenheiros.
A ação foi iniciada pelo sindicato dos tecnólogos da Bahia e proíbe ainda que novos concursos da Petrobras adotem restrição semelhante. O valor da penalidade, segundo a Justiça, deve ser depositado no Fundo de Amparo ao Trabalhador.
Na decisão, a juíza Hineuma Hage afirma que o texto do edital do concurso é "absolutamente ilegal".
"É um contrassenso absurdo o Governo Federal utilizar recursos públicos em programas de crescimento, incentivando a formação em cursos de Tecnologia e Licenciatura, e, através da sua administração indireta (...) discriminar o acesso destes profissionais", diz a juíza na decisão.
Cursos
Na última década, o número de matrículas em cursos tecnológicos cresceu mais de oito vezes, em ritmo muito maior ao aumento, no mesmo período, de matrículas no ensino superior.
Esses cursos, com duração em média de dois anos, têm um viés mais prático e visam suprir em curto tempo as necessidades do mercado de trabalho. Mas, assim como o bacharelado e a licenciatura, são uma graduação.
No final de 2008, a sanção de lei que criou 38 institutos federais, que oferecem esses cursos, foi um dos fatores que impulsionaram esse tipo de graduação.
Procurada, a Petrobras informou, por meio de assessoria de imprensa, que já recorreu da decisão. Questionada sobre as diferenças que identifica entre a formação de tecnólogo e demais graduados, a empresa não se manifestou.
Presidente da ANT (Associação Nacional dos Tecnólogos), Jorge Guaracy afirma que também há resistência no setor privado, principalmente em cursos tecnológicos de áreas próximas à engenharia.
Os profissionais criticam o fato de o Confea (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia) não reconhecer como atividades dos tecnólogos a supervisão e orientação técnica de obras, por exemplo.
"Um empresário não vai contratar um profissional para fazer e outro para chancelar. Ele vai contratar um engenheiro, e esse ainda vê o tecnólogo como um concorrente", diz Guaracy.
Procurado, o Confea não se manifestou.
Entraves
A falta de informação e a reserva de mercado são apontados pelos tecnólogos como os principais motivos para os entraves na atuação profissional.
"Há que se ter uma mudança cultural, o que não é fácil, para entender que os tecnólogos vieram para contribuir com as demandas tecnológicas do Brasil e não representam ameaça aos bons bacharéis", afirma Décio Moreira, diretor do sindicato dos tecnólogos de São Paulo.
Segundo o MEC, os cursos tecnológicos se diferenciam por privilegiar a prática profissional. A pasta afirma que esse profissional "não deve ter sua atuação limitada em função do diploma que possui".
"As limitações nesse âmbito resultam basicamente de normas que regulam o exercício das profissões e da atuação restritiva dos conselhos profissionais", afirmou a pasta, por meio da assessoria de imprensa.
Há sete anos, projeto de lei que regulamenta a atuação desses profissionais tramita na Câmara dos Deputados. De acordo com os congressistas, a discussão enfrenta resistência de engenheiros e farmacêuticos.
O texto chegou a ser aprovado no ano passado pela Comissão de Constituição e Justiça da Casa e seria então encaminhado ao Senado. Mas um recurso obrigou a proposta a passar por votação do plenário da Câmara.
Ainda não há data para a votação ocorrer.
Fonte: FOLHAPRESS
07/02/2014 | 13:43 | FOLHAPRESS
Enquanto o Ministério da Educação vem estimulando a formação de tecnólogos, a Petrobras - principal estatal do país - foi condenada a pagar R$ 5 milhões por barrar esses profissionais em concurso público.
Em dezembro passado, a Justiça do Trabalho definiu a quantia como indenização pelo dano moral coletivo provocado pela restrição, prevista em concurso da Liquigás, subsidiária da estatal.
No trecho do edital em que são definidos os requisitos básicos para a disputa, a empresa informa que "não serão aceitos cursos de tecnólogo ou licenciatura" -a exceção é para o cargo de profissional de tecnologia da informação. Entre os cargos de nível superior, foram ofertadas sete vagas para engenheiros.
A ação foi iniciada pelo sindicato dos tecnólogos da Bahia e proíbe ainda que novos concursos da Petrobras adotem restrição semelhante. O valor da penalidade, segundo a Justiça, deve ser depositado no Fundo de Amparo ao Trabalhador.
Na decisão, a juíza Hineuma Hage afirma que o texto do edital do concurso é "absolutamente ilegal".
"É um contrassenso absurdo o Governo Federal utilizar recursos públicos em programas de crescimento, incentivando a formação em cursos de Tecnologia e Licenciatura, e, através da sua administração indireta (...) discriminar o acesso destes profissionais", diz a juíza na decisão.
Cursos
Na última década, o número de matrículas em cursos tecnológicos cresceu mais de oito vezes, em ritmo muito maior ao aumento, no mesmo período, de matrículas no ensino superior.
Esses cursos, com duração em média de dois anos, têm um viés mais prático e visam suprir em curto tempo as necessidades do mercado de trabalho. Mas, assim como o bacharelado e a licenciatura, são uma graduação.
No final de 2008, a sanção de lei que criou 38 institutos federais, que oferecem esses cursos, foi um dos fatores que impulsionaram esse tipo de graduação.
Procurada, a Petrobras informou, por meio de assessoria de imprensa, que já recorreu da decisão. Questionada sobre as diferenças que identifica entre a formação de tecnólogo e demais graduados, a empresa não se manifestou.
Presidente da ANT (Associação Nacional dos Tecnólogos), Jorge Guaracy afirma que também há resistência no setor privado, principalmente em cursos tecnológicos de áreas próximas à engenharia.
Os profissionais criticam o fato de o Confea (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia) não reconhecer como atividades dos tecnólogos a supervisão e orientação técnica de obras, por exemplo.
"Um empresário não vai contratar um profissional para fazer e outro para chancelar. Ele vai contratar um engenheiro, e esse ainda vê o tecnólogo como um concorrente", diz Guaracy.
Procurado, o Confea não se manifestou.
Entraves
A falta de informação e a reserva de mercado são apontados pelos tecnólogos como os principais motivos para os entraves na atuação profissional.
"Há que se ter uma mudança cultural, o que não é fácil, para entender que os tecnólogos vieram para contribuir com as demandas tecnológicas do Brasil e não representam ameaça aos bons bacharéis", afirma Décio Moreira, diretor do sindicato dos tecnólogos de São Paulo.
Segundo o MEC, os cursos tecnológicos se diferenciam por privilegiar a prática profissional. A pasta afirma que esse profissional "não deve ter sua atuação limitada em função do diploma que possui".
"As limitações nesse âmbito resultam basicamente de normas que regulam o exercício das profissões e da atuação restritiva dos conselhos profissionais", afirmou a pasta, por meio da assessoria de imprensa.
Há sete anos, projeto de lei que regulamenta a atuação desses profissionais tramita na Câmara dos Deputados. De acordo com os congressistas, a discussão enfrenta resistência de engenheiros e farmacêuticos.
O texto chegou a ser aprovado no ano passado pela Comissão de Constituição e Justiça da Casa e seria então encaminhado ao Senado. Mas um recurso obrigou a proposta a passar por votação do plenário da Câmara.
Ainda não há data para a votação ocorrer.
Fonte: FOLHAPRESS
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Saiba o que produzimos com cada barril de petróleo
Por meio da atividade de refino, o óleo bruto é transformado em uma série de derivados essenciais para o dia a dia. Cada barril de petróleo, que tem o volume aproximado de 158,98 litros, dá origem a diferentes produtos, como gasolina, diesel, lubrificantes, nafta, querosene de aviação, entre outros. O percentual de cada derivado depende do tipo de petróleo, das características das unidades de refino e das necessidades da demanda em determinado período e local. Atualmente, a média do que cada barril produz é: Diesel: 40% O óleo diesel é o principal combustível comercializado no mercado brasileiro. Sua utilização é primordial para o transporte de cargas e de passageiros, indústria, geração de energia, máquinas agrícolas e locomotivas, entre outros equipamentos. Gasolina: 18% Utilizadas em veículos leves para uso particular e também para transporte de passageiros e de cargas, as gasolinas são os combustíveis mais familiares ao público brasileiro. Saiba mais no site da Petrobras Distribuidora. Óleo Combustível: 14% Utilizados na indústria moderna para aquecimento de fornos e caldeiras, ou em motores de combustão interna para geração de calor, os óleos combustíveis subdividem-se em diversos tipos, de acordo com sua origem e características (Leia mais). Gás Liquefeito de Petróleo: 8% O “gás de cozinha”, como é conhecido popularmente o gás liquefeito de petróleo, é comercializado diretamente para as distribuidoras. Cabe a elas a venda do GLP para a rede varejista e grandes consumidores. Nafta: 8% Matéria-prima petroquímica, a nafta é decomposta e gera eteno, propeno e aromáticos, que são produtos utilizados na produção de resinas. Querosene de Aviação: 4% É o combustível usado nas aeronaves com motores a turbina, seja jato-puro, turboélices ou turbofans. Leia sobre o QAV no site da Petrobras Distribuidora. Outros: 8%
60 311 - See more at: http://fatosedados.blogspetrobras.com.br/2014/01/27/saiba-o-que-produzimos-com-cada-barril-de-petroleo/#sthash.fD9VDI42.dpuf
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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Fapemig e Cemig destinam R$ 30 milhões para pesquisa
A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e a Companhia Energética do Estado de Minas Gerais (Cemig) lançam o 3º Edital para a seleção de projetos de pesquisa. O edital, que é fruto de uma parceria firmada em 2011 pelas duas entidades, destinará R$ 30 milhões para os projetos aprovados, visa atender as 32 demandas publicadas. O objetivo é financiar projetos de Pesquisa e Inovação Científica e Tecnológica para o desenvolvimento de tecnologias alinhadas aos interesses do setor energético e da sociedade.
Serão financiados projetos ligados ao desenvolvimento de alternativas de geração de energia limpa e sustentável, melhoria de processos e redução do custo e melhoria da qualidade de energia, e fazem parte das linhas de pesquisa incentivadas: Fontes Alternativas; Gestão Regulação e Mercado; Meio Ambiente; Gestão de Bacias; Manutenção do Sistema Elétrico; Medição, Perdas e Inadimplência; Novas Topologias de Linhas e Redes; Planejamento do Sistema Elétrico; Segurança e Supervisão e Controle. O edital prevê o recebimento de propostas até o dia 19 de março quando se iniciará todo o processo de análise, julgamento e priorização dos projetos a serem selecionados.
“Esperamos com esse edital termos o mesmo sucesso obtido nos outros dois anteriores. Ao longo dessa parceria foram recebidas 392 propostas de projetos, que totalizavam R$ 667 milhões. No último edital, foram selecionados 25 projetos, que estão sendo contratados nesse momento, e que totalizam aproximadamente R$29 milhões”, explicou o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fapemig, José Policarpo de Abreu.
Fruto do primeiro edital, outros 38 projetos já estão em andamento e trarão, em breve, benefícios para a sociedade em geral. “A parceria da Fapemig e da Cemig além de proporcionar, em uma última análise, a modicidade tarifária que reverte em benefício para toda a sociedade, visa, também, estabelecer e sustentar núcleos de conhecimento e de excelência em Minas Gerais que mantenham o Estado na vanguarda tecnológica”, declarou o vice-presidente da Cemig, Arlindo Porto Neto.
Parceria inovadora
O acordo entre a Fapemig e a Cemig foi firmado em janeiro de 2011, marcando o início da execução de uma parceria inovadora. A parceria prevê a destinação de R$ 150 milhões em estudos específicos, ligados ao setor elétrico, ao longo de cinco anos e busca, principalmente, o desenvolvimento de fontes alternativas renováveis e limpas, como solar, eólica e biomassa e a eficientização dos processos operacionais da Cemig que, num futuro próximo, se reverterá melhor qualidade e maior velocidade no atendimento a seus clientes.
Fonte: Revista Tn Petróleo/Governo de Minas Gerais
Serão financiados projetos ligados ao desenvolvimento de alternativas de geração de energia limpa e sustentável, melhoria de processos e redução do custo e melhoria da qualidade de energia, e fazem parte das linhas de pesquisa incentivadas: Fontes Alternativas; Gestão Regulação e Mercado; Meio Ambiente; Gestão de Bacias; Manutenção do Sistema Elétrico; Medição, Perdas e Inadimplência; Novas Topologias de Linhas e Redes; Planejamento do Sistema Elétrico; Segurança e Supervisão e Controle. O edital prevê o recebimento de propostas até o dia 19 de março quando se iniciará todo o processo de análise, julgamento e priorização dos projetos a serem selecionados.
“Esperamos com esse edital termos o mesmo sucesso obtido nos outros dois anteriores. Ao longo dessa parceria foram recebidas 392 propostas de projetos, que totalizavam R$ 667 milhões. No último edital, foram selecionados 25 projetos, que estão sendo contratados nesse momento, e que totalizam aproximadamente R$29 milhões”, explicou o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fapemig, José Policarpo de Abreu.
Fruto do primeiro edital, outros 38 projetos já estão em andamento e trarão, em breve, benefícios para a sociedade em geral. “A parceria da Fapemig e da Cemig além de proporcionar, em uma última análise, a modicidade tarifária que reverte em benefício para toda a sociedade, visa, também, estabelecer e sustentar núcleos de conhecimento e de excelência em Minas Gerais que mantenham o Estado na vanguarda tecnológica”, declarou o vice-presidente da Cemig, Arlindo Porto Neto.
Parceria inovadora
O acordo entre a Fapemig e a Cemig foi firmado em janeiro de 2011, marcando o início da execução de uma parceria inovadora. A parceria prevê a destinação de R$ 150 milhões em estudos específicos, ligados ao setor elétrico, ao longo de cinco anos e busca, principalmente, o desenvolvimento de fontes alternativas renováveis e limpas, como solar, eólica e biomassa e a eficientização dos processos operacionais da Cemig que, num futuro próximo, se reverterá melhor qualidade e maior velocidade no atendimento a seus clientes.
Fonte: Revista Tn Petróleo/Governo de Minas Gerais
Shell Iniciativa Empreendedora abre inscrições
Os interessados em desenvolver negócios na cadeia de óleo e gás têm uma nova oportunidade para aprimorar suas ideias e empreendimentos. O projeto Shell Iniciativa Empreendedora abre hoje (21), as inscrições para sua edição de 2014. Podem participar maiores de 20 anos residentes no Norte Fluminense ou no Sul Capixaba, localidades atendidas pelo programa. As inscrições podem ser feitas pelo site.
O programa tem como objetivo estimular a cultura de sustentabilidade e inovação e incentivar o empreendedorismo, apoiando o desenvolvimento socioeconômico das comunidades e a formação de lideranças. Para participar do programa, os interessados devem ter mais de 20 anos de idade, ensino fundamental completo e residir em uma das regiões de abrangência do projeto (Anchieta, Itapemirim, Piúma, Presidente Kennedy e Marataízes – no Espírito Santo – e Armação de Búzios, Cabo Frio, Campos dos Goytacazes, São Francisco de Itabapoana e São João da Barra – no Rio de Janeiro).
Financiado pela Shell e organizado e executado pelo Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável (CIEDS), o Shell Iniciativa Empreendedora é inspirado no programa internacional da companhia anglo-holandesa de apoio a pequenos negócios. No Brasil, as ações do projeto capacitam e apoiam novos empreendedores direcionados à cadeia de óleo e gás no Norte Fluminense e Sul Capixaba.
Fonte: Revista Tn Petróleo/Ascom Shell
O programa tem como objetivo estimular a cultura de sustentabilidade e inovação e incentivar o empreendedorismo, apoiando o desenvolvimento socioeconômico das comunidades e a formação de lideranças. Para participar do programa, os interessados devem ter mais de 20 anos de idade, ensino fundamental completo e residir em uma das regiões de abrangência do projeto (Anchieta, Itapemirim, Piúma, Presidente Kennedy e Marataízes – no Espírito Santo – e Armação de Búzios, Cabo Frio, Campos dos Goytacazes, São Francisco de Itabapoana e São João da Barra – no Rio de Janeiro).
Financiado pela Shell e organizado e executado pelo Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável (CIEDS), o Shell Iniciativa Empreendedora é inspirado no programa internacional da companhia anglo-holandesa de apoio a pequenos negócios. No Brasil, as ações do projeto capacitam e apoiam novos empreendedores direcionados à cadeia de óleo e gás no Norte Fluminense e Sul Capixaba.
Fonte: Revista Tn Petróleo/Ascom Shell
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
OGX afirma que fluxo de petróleo em Tubarão Martelo está normalizado
Empresa produziu 330,1 mil barris de óleo em dezembro de 2013
Por Luiz Gustavo PACETE
Os investidores da Óleo e Gás Participações, ex-OGX, receberam um alento na manhã desta segunda-feira 20. A companhia, anteriormente controlada por Eike Batista, informou que está produzindo e vendendo petróleo, proveniente do campo Tubarão Martelo. Em dezembro, a empresa diz ter extraído 333,1 mil barris. Segundo estimativas do mercado, isso representa um faturamento de US$ 30 milhões.
É a primeira remessa após o pedido de recuperação judicial da empresa, anunciado em outubro. A companhia opera em Tubarão Martelo com dois poços e a previsão é que até maio mais dois entrem em operação. Entre 2012 e 2013, a OGX efetivou seis carregamentos de óleo para a venda, o equivalente a R$ 754 milhões.
A notícia da retomada do processo de venda da empresa é um sinal positivo em relação à geração de caixa. Em nota à DINHEIRO, a Óleo e Gás Participações afirmou que já “possui seu fluxo normal de venda do petróleo conforme originalmente previsto”, porém, não comenta detalhes de valores.
Empresa produziu 330,1 mil barris de óleo em dezembro de 2013
A notícia veio em boa hora. Encerra-se na sexta-feira, 24, o prazo concedido para que a OGP extraia petróleo dos campos que explora. Sem sinais de óleo, a companhia corria o risco de ter suas concessões anuladas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), dizem analistas do setor.
A notícia mexeu com os papéis da companhia na Bolsa. Por serem negociadas por poucos centavos, as ações da OGX apresentam uma distorção estatística com a notícia da venda. Ao subirem de R$ 0,26 para R$ 0,27, menor oscilação possível, visto não haver unidade monetária menor que o centavo, os papéis registram uma oscilação significativa de 3,85%. Assim, na manhã desta segunda-feira, as cotações variaram da mínima de R$ 0,26 para a máxima de R$ 0,29, subindo 11,54%.
No terceiro trimestre do ano passado, a empresa teve prejuízo de R$ 2,11 bilhões, crescimento de 516,4% no prejuízo, em relação ao mesmo período de 2012. A dívida da companhia está calculada em R$ 11,4 bilhões.
Fonte:http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/138284_OGX+AFIRMA+QUE+FLUXO+DE+PETROLEO+EM+TUBARAO+MARTELO+ESTA+NORMALIZADO
Por Luiz Gustavo PACETE
Os investidores da Óleo e Gás Participações, ex-OGX, receberam um alento na manhã desta segunda-feira 20. A companhia, anteriormente controlada por Eike Batista, informou que está produzindo e vendendo petróleo, proveniente do campo Tubarão Martelo. Em dezembro, a empresa diz ter extraído 333,1 mil barris. Segundo estimativas do mercado, isso representa um faturamento de US$ 30 milhões.
É a primeira remessa após o pedido de recuperação judicial da empresa, anunciado em outubro. A companhia opera em Tubarão Martelo com dois poços e a previsão é que até maio mais dois entrem em operação. Entre 2012 e 2013, a OGX efetivou seis carregamentos de óleo para a venda, o equivalente a R$ 754 milhões.
A notícia da retomada do processo de venda da empresa é um sinal positivo em relação à geração de caixa. Em nota à DINHEIRO, a Óleo e Gás Participações afirmou que já “possui seu fluxo normal de venda do petróleo conforme originalmente previsto”, porém, não comenta detalhes de valores.
Empresa produziu 330,1 mil barris de óleo em dezembro de 2013
A notícia veio em boa hora. Encerra-se na sexta-feira, 24, o prazo concedido para que a OGP extraia petróleo dos campos que explora. Sem sinais de óleo, a companhia corria o risco de ter suas concessões anuladas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), dizem analistas do setor.
A notícia mexeu com os papéis da companhia na Bolsa. Por serem negociadas por poucos centavos, as ações da OGX apresentam uma distorção estatística com a notícia da venda. Ao subirem de R$ 0,26 para R$ 0,27, menor oscilação possível, visto não haver unidade monetária menor que o centavo, os papéis registram uma oscilação significativa de 3,85%. Assim, na manhã desta segunda-feira, as cotações variaram da mínima de R$ 0,26 para a máxima de R$ 0,29, subindo 11,54%.
No terceiro trimestre do ano passado, a empresa teve prejuízo de R$ 2,11 bilhões, crescimento de 516,4% no prejuízo, em relação ao mesmo período de 2012. A dívida da companhia está calculada em R$ 11,4 bilhões.
Fonte:http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/138284_OGX+AFIRMA+QUE+FLUXO+DE+PETROLEO+EM+TUBARAO+MARTELO+ESTA+NORMALIZADO
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Inscrições para processo seletivo da Transpetro acontecem até o dia 31
Trabalhar em um navio petroleiro, com boa remuneração, é um sonho de muitos brasileiros que cada vez mais se torna realidade. A Transpetro, braço logístico do Sistema Petrobras, está com dois processos seletivos públicos abertos que somam 602 vagas, entre admissão imediata e formação de cadastro de reserva. As inscrições estão abertas até o próximo dia 31 e os editais estão disponíveis no site da companhia.
Esse é um mercado em franca expansão. Em 2014, a Transpetro deve bater o recorde de recebimento de novas embarcações. O planejamento do Programa de Modernização e Expansão da Frota da companhia (Promef) prevê o recebimento de seis navios e três comboios hidroviários construídos por estaleiros brasileiros. O recorde é o de 2013, com quatro entregas: o navio de produtos Rômulo Almeida (janeiro) e o suezmax Zumbi dos Palmares (maio), ambos em operação, e o José Alencar (produtos) e o Dragão do Mar (suezmax), estes dois últimos que devem ter suas viagens inaugurais definidas nos próximos dias. Até 2020, a frota passará dos atuais 60 para 110 navios, o que deve gerar novas oportunidades na empresa.
As embarcações previstas para 2014 são dois panamax (Anita Garibaldi e Irmã Dulce), dois suezmax (Henrique Dias e outro ainda sem nome) e dois gaseiros, sendo um deles o Oscar Niemeyer, que está em fase de acabamento.
O primeiro processo seletivo é para 83 vagas imediatas e 185 destinadas a cadastro de reserva. Os cargos são: condutor mecânico, auxiliar de saúde, moço de convés, moço de máquinas e taifeiro. A remuneração mínima é de R$ 3.148,99. A segunda seleção é para segundo oficial de náutica e segundo oficial de máquinas. A remuneração básica é de R$ 9.545,40. São 120 vagas imediatas e 84 de cadastro para 2º oficial de náutica e 70 imediatas e 60 de cadastro para 2º oficial de máquinas.
Os candidatos admitidos pela Transpetro terão direito a benefícios como auxílio educacional para os dependentes (auxílio-creche ou auxílio-acompanhante, ensino pré-escolar, ensino fundamental e ensino médio e superior), plano de saúde, auxílio-farmácia, plano de previdência complementar, entre outros.
Fonte: Agência Petrobras
Esse é um mercado em franca expansão. Em 2014, a Transpetro deve bater o recorde de recebimento de novas embarcações. O planejamento do Programa de Modernização e Expansão da Frota da companhia (Promef) prevê o recebimento de seis navios e três comboios hidroviários construídos por estaleiros brasileiros. O recorde é o de 2013, com quatro entregas: o navio de produtos Rômulo Almeida (janeiro) e o suezmax Zumbi dos Palmares (maio), ambos em operação, e o José Alencar (produtos) e o Dragão do Mar (suezmax), estes dois últimos que devem ter suas viagens inaugurais definidas nos próximos dias. Até 2020, a frota passará dos atuais 60 para 110 navios, o que deve gerar novas oportunidades na empresa.
As embarcações previstas para 2014 são dois panamax (Anita Garibaldi e Irmã Dulce), dois suezmax (Henrique Dias e outro ainda sem nome) e dois gaseiros, sendo um deles o Oscar Niemeyer, que está em fase de acabamento.
O primeiro processo seletivo é para 83 vagas imediatas e 185 destinadas a cadastro de reserva. Os cargos são: condutor mecânico, auxiliar de saúde, moço de convés, moço de máquinas e taifeiro. A remuneração mínima é de R$ 3.148,99. A segunda seleção é para segundo oficial de náutica e segundo oficial de máquinas. A remuneração básica é de R$ 9.545,40. São 120 vagas imediatas e 84 de cadastro para 2º oficial de náutica e 70 imediatas e 60 de cadastro para 2º oficial de máquinas.
Os candidatos admitidos pela Transpetro terão direito a benefícios como auxílio educacional para os dependentes (auxílio-creche ou auxílio-acompanhante, ensino pré-escolar, ensino fundamental e ensino médio e superior), plano de saúde, auxílio-farmácia, plano de previdência complementar, entre outros.
Fonte: Agência Petrobras
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Ano Novo, novas oportunidades
Fim de ano chegando, quero desejar a todos que o novo ano seja de muitas realizações, oportunidade e muito aprendizado. Aproveite suas férias, quem terminou os cursos, busque aperfeiçoamento, quem terminou período, busque mais informação para que você entre o ano com novas idéias.
A todos, um período de muita paz, crescimento pessoal e aproveitamento do tempo.
Que venha 2014!
Edmilson Aguiar
A todos, um período de muita paz, crescimento pessoal e aproveitamento do tempo.
Que venha 2014!
Edmilson Aguiar
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Pré-sal deve gerar 46 mil empregos até 2015
Os investimentos no setor de petróleo e gás, especialmente para exploração do pré-sal, criarão 46 mil empregos até 2015. Dessas vagas, 84%, ou 33,6 mil, serão ocupadas por técnicos ou profissionais de nível médio, em ocupações como soldador de tubulação, técnico petroquímico e encanador industrial. As informações são do Mapa do Trabalho Industrial, do Serviço Nacional de Aprendizado Industrial (Senai).
Conforme o estudo, 60% das novas vagas serão para funções industriais. Isso ocorre porque a cadeia produtiva do petróleo e gás exige qualificação muito específica, como os soldadores subaquáticos, que precisam mergulhar centenas de metros no oceano para fazer reparos nos equipamentos de extração.
Por isso, os profissionais são disputados pelo mercado e têm salários atraentes. Um técnico em mineração, responsável por supervisionar equipes durante o processo de extração, ganha, em média, R$ 11,1 mil ao mês em um mercado aquecido como o do Rio de Janeiro.
Além disso, o número de trabalhadores em funções industriais é mais alto nesse setor do que a média dos outros setores da indústria. Para se ter uma ideia, uma única sonda de perfuração precisa de 150 a 200 profissionais industriais altamente capacitados para ser operada. Só para operadores e técnicos de petróleo e gás, que podem trabalhar nessas sondas, em plataformas ou navios, serão abertas 12,5 mil vagas até 2015.
"A demanda por profissionais qualificados já é alta nesse período de aquecimento para a exploração dos campos do pré-sal. Mas deve se ampliar nos próximos cinco anos, quando as novas plantas entrarem em produção", prevê o diretor geral do SENAI, Rafael Lucchesi. Ele explica que grande parte das obras para o pré-sal ficará pronta a médio e longo prazos.
Para atender a essa expansão, o SENAI incluiu esse tema no seu planejamento estratégico e lançará, em 2014, três novos cursos de especialização para técnicos em construção naval nas áreas de pintura, mecatrônica e mecânica ou eletrônica. Os novos profissionais aprenderão habilidades e conhecimentos das novas tecnologias do setor.
Investimento Japonês - Além disso, a Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) investirá R$ 10 milhões para equipar com tecnologia de ponta, quatro unidades do SENAI no Rio de Janeiro, Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Sul. O objetivo é capacitar, pelo menos, 100 professores, que treinarão mão de obra para quatro estaleiros japoneses que estão se instalando no Brasil: o Ishikawajima-Harima Heavy Industries - que comprou 25% do Estaleiro Atlântico Sul (EAS), o Kawasaky Heavy Industries, que está negociando estaleiros em Salvador, o Mitsubishi Heavy Industry, e o Japan Maritime United.
Um levantamento feito pelo Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (SINAVAL) aponta que já existem 390 obras em andamento ou com intenção de construção, que custarão R$ 150 bilhões. De acordo com o estudo, a boa notícia é que a demanda deve crescer principalmente no setor de maior valor agregado, como sondas de perfuração, navios de apoio marítimo e petroleiros.
Fonte: Redação TN/ Ascom Senai
Ibama autoriza obras do Gasoduto Brasil Central
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) assinou na última quinta-feira (28) a licença que autoriza as obras do Gasoduto do Brasil Central. O gasoduto vai transportar gás natural a partir da Estação de Compressão (ECOMP) de São Carlos (São Paulo) até o Ponto de Entrega do Recanto das Emas, no Distrito Federal.
O duto com extensão aproximada de 905 quilômetros e capacidade para transporte de 5,5 milhões de metros cúbicos por dia, interliga duas regiões do país: o Sudeste e o Centro-Oeste, passando por 37 municípios, entre os quais São Carlos/SP, Ribeirão Preto/SP, Uberaba/MG, Uberlândia/MG, Itumbiara/GO, Caldazinha/GO, Silvânia/GO, e Recanto das Emas/DF.
O gás natural chega ao Centro-Oeste somente através de transporte rodoviário, com esse empreendimento a região passará a receber o gás também por meio de duto. O documento foi assinado pelo presidente do Ibama, Volvey Zanardi Júnior.
Fonte: Ascom Ibama/Revista Tn Petróleo
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
OGX paga multa de R$ 200 mil por perfurar poço antes do permitido
A petroleira OGX, de Eike Batista, pagou multa de R$ 200 mil à Agência Nacional do Petróleo (ANP) por ter realizado perfuração de poços e Teste de Formação Revertida no bloco S-M-314, contrato B-M-59, na Bacia de Santos, antes do Plano de Avaliação de Descoberta (PAD) ser aprovado pela diretoria da agência. A ANP negou recurso interposto pela empresa e a multa foi paga no dia 14.
A diretora-geral da agência, Magda Chambriard, explicou recentemente que a OGX, atualmente em processo de recuperação judicial, pode perder concessões caso não cumpra seus compromissos com a ANP. Entretanto, até agora, a petroleira tem cumprido rigorosamente seus compromissos com o órgão regulador.
Uma outra decisão desfavorável para a OGX saiu na reunião do último dia 6. A diretoria colegiada da agência indeferiu recurso administrativo interposto pela OGX sobre a metodologia de cálculo dos volumes de condensado não medidos no período de fevereiro a junho no Campo de Gavião Real, na Bacia do Parnaíba.
Neste caso, a empresa não concordou com a metodologia estabelecida pela agência e entrou com recurso administrativo. A diretoria colegiada da ANP conheceu o recurso, mas, no mérito, indeferiu.
A agência esclareceu ao Valor que, nesta questão, a empresa não pode entrar com recurso administrativo, somente com pedido de reconsideração, caso apresente um fato novo, e também não cabe multa. A ANP fará o cálculo das participações devidas e notificará a OGX para pagamento.
Fonte: Revista Tn Petróleo
A diretora-geral da agência, Magda Chambriard, explicou recentemente que a OGX, atualmente em processo de recuperação judicial, pode perder concessões caso não cumpra seus compromissos com a ANP. Entretanto, até agora, a petroleira tem cumprido rigorosamente seus compromissos com o órgão regulador.
Uma outra decisão desfavorável para a OGX saiu na reunião do último dia 6. A diretoria colegiada da agência indeferiu recurso administrativo interposto pela OGX sobre a metodologia de cálculo dos volumes de condensado não medidos no período de fevereiro a junho no Campo de Gavião Real, na Bacia do Parnaíba.
Neste caso, a empresa não concordou com a metodologia estabelecida pela agência e entrou com recurso administrativo. A diretoria colegiada da ANP conheceu o recurso, mas, no mérito, indeferiu.
A agência esclareceu ao Valor que, nesta questão, a empresa não pode entrar com recurso administrativo, somente com pedido de reconsideração, caso apresente um fato novo, e também não cabe multa. A ANP fará o cálculo das participações devidas e notificará a OGX para pagamento.
Fonte: Revista Tn Petróleo
Poucas brasileiras investem em P&D
Somente oito companhias brasileiras fazem parte do ranking das duas mil empresas globais que mais investiram em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) em 2012. Para se ter uma ideia, são 93 companhias no caso da China, 56 da Coreia, 22 da Índia e 15 da Austrália, de acordo com relatório divulgado pela União Europeia (UE).
Apenas a Vale faz parte das 100 primeiras, ficando na 98ª posição. Na verdade, 28 companhias nesse grupo de 100 registraram diminuição em investimentos em pesquisa e desenvolvimento. E entre elas, apenas três tiveram queda desses investimentos e também de vendas líquidas em mais de 10% no ano passado: A Vale, a japonesa Renesas e a finlandesa Nokia.
No entanto, a mineradora brasileira está no ranking das 14, entre as 100 principais, que alcançaram melhor desempenho econômico nos últimos dez anos. Ou seja, essas companhias aumentaram simultaneamente investimentos em pesquisa e desenvolvimento e vendas líquidas em mais de 200% desde 2004 e tiveram lucros operacionais no ano passado.
O relatório da União Europeia sobre investimentos em pesquisa e desenvolvimento tem como base os projetos financiados pela própria empresa. Ele exclui iniciativas sob contratos para clientes como governos e outras empresas e em projetos de joint ventures para melhorar o conhecimento científico e desenvolver novos produtos.
Pela primeira vez desde 2004, uma companhia europeia, a montadora Volkswagen, é a maior investidora privada em pesquisa e desenvolvimento, mostra o relatório '2013 EU Industrial R&D Investment Scoreboard'. A empresa investiu € 9,5 bilhões em 2012 nesse segmento.
A segunda foi a Samsung Electronics, da Coreia do Sul, com investimento de € 8,3 bilhões. Outras companhias no "top 10" são as americanas Microsoft, Intel, Merck, Johnson & Johnson e Pfizer, alem das suíças Roche e Novartis e a japonesa Toyota.
As companhias europeias, porém, continuam atrás nos investimentos em pesquisa e desenvolvimento comparado a empresas dos EUA. Os investimentos das europeias cresceu 6,2% no período, comparado a 8,2% no caso das americanas.
A maioria das "top 100" que mais investiram em P&D são do setor automotivo, seguidas do setor de tecnologia da informação, globalmente.
Segundo o relatório, a colocação da Vale em 98ª posição em 2012 deve-se a investimentos de € 1,120 bilhão. A queda foi de 11,7% em um ano, mas teve alta de 9,4% em três anos.
A Petrobras aparece em 118ª posição, com investimentos de € 936,4 milhoes, numa queda de 9,2% em um ano, mas alta acumulada de 26,7% em três anos.
A Embraer fica em 391ª posição globalmente, com investimento de € 217,2 milhões, numa alta de 38,7% em um ano e acumulado de 30,7% em três anos.
A Totvs, empresa de software, vem depois na 992ª posição com investimento de € 64,7 milhoes. A CPFL Energia fica em 1030º lugar com € 61,2 milhoes. A WEG ocupa o ranking 1.118, com € 53,8 milhoes de investimentos em P&D. A Braskem fica em 1391ª posição, com € 39,4 milhoes. A última brasileira é a Itautec em 1.8341ª posição com € 25,7 milhoes.
Fonte: Valor Econômico
Apenas a Vale faz parte das 100 primeiras, ficando na 98ª posição. Na verdade, 28 companhias nesse grupo de 100 registraram diminuição em investimentos em pesquisa e desenvolvimento. E entre elas, apenas três tiveram queda desses investimentos e também de vendas líquidas em mais de 10% no ano passado: A Vale, a japonesa Renesas e a finlandesa Nokia.
No entanto, a mineradora brasileira está no ranking das 14, entre as 100 principais, que alcançaram melhor desempenho econômico nos últimos dez anos. Ou seja, essas companhias aumentaram simultaneamente investimentos em pesquisa e desenvolvimento e vendas líquidas em mais de 200% desde 2004 e tiveram lucros operacionais no ano passado.
O relatório da União Europeia sobre investimentos em pesquisa e desenvolvimento tem como base os projetos financiados pela própria empresa. Ele exclui iniciativas sob contratos para clientes como governos e outras empresas e em projetos de joint ventures para melhorar o conhecimento científico e desenvolver novos produtos.
Pela primeira vez desde 2004, uma companhia europeia, a montadora Volkswagen, é a maior investidora privada em pesquisa e desenvolvimento, mostra o relatório '2013 EU Industrial R&D Investment Scoreboard'. A empresa investiu € 9,5 bilhões em 2012 nesse segmento.
A segunda foi a Samsung Electronics, da Coreia do Sul, com investimento de € 8,3 bilhões. Outras companhias no "top 10" são as americanas Microsoft, Intel, Merck, Johnson & Johnson e Pfizer, alem das suíças Roche e Novartis e a japonesa Toyota.
As companhias europeias, porém, continuam atrás nos investimentos em pesquisa e desenvolvimento comparado a empresas dos EUA. Os investimentos das europeias cresceu 6,2% no período, comparado a 8,2% no caso das americanas.
A maioria das "top 100" que mais investiram em P&D são do setor automotivo, seguidas do setor de tecnologia da informação, globalmente.
Segundo o relatório, a colocação da Vale em 98ª posição em 2012 deve-se a investimentos de € 1,120 bilhão. A queda foi de 11,7% em um ano, mas teve alta de 9,4% em três anos.
A Petrobras aparece em 118ª posição, com investimentos de € 936,4 milhoes, numa queda de 9,2% em um ano, mas alta acumulada de 26,7% em três anos.
A Embraer fica em 391ª posição globalmente, com investimento de € 217,2 milhões, numa alta de 38,7% em um ano e acumulado de 30,7% em três anos.
A Totvs, empresa de software, vem depois na 992ª posição com investimento de € 64,7 milhoes. A CPFL Energia fica em 1030º lugar com € 61,2 milhoes. A WEG ocupa o ranking 1.118, com € 53,8 milhoes de investimentos em P&D. A Braskem fica em 1391ª posição, com € 39,4 milhoes. A última brasileira é a Itautec em 1.8341ª posição com € 25,7 milhoes.
Fonte: Valor Econômico
sábado, 9 de novembro de 2013
Petrobras abrirá 17 mil vagas em cursos gratuitos no país
O Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp), da Petrobras, vai oferecer 17 mil vagas em cursos gratuitos de qualificação, em 185 funções. Segundo o coordenador executivo do Prominp, Paulo Alonso, a oferta ainda pode ser ampliada, pois é fruto de um levantamento inicial. A seleção deverá ser aberta até março de 2014, para os estados de Rio de Janeiro, Espírito Santo, Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Sul.
— Nós nos articulamos com grandes empregadores, como estaleiros e montadores, e fizemos um grande mapa de demandas para chegarmos a esse número. No primeiro trimestre, serão lançados os editais para essas vagas — disse.
O concurso para o Prominp conta com uma prova objetiva de Matemática, Raciocínio Lógico e Português. Geralmente, o processo seletivo é organizado pela Fundação Cesgranrio. Após a aprovação, o candidato passa por um treinamento, que dura de quatro a seis meses. Se estiver desempregado, ele recebe uma bolsa de R$ 300 (quem tem nível fundamental), R$ 600 (ensino médio) ou R$ 900 (formação superior). Após a capacitação, o profissional pode ser contratado por uma das empresas.
Desta vez, o Prominp responderá por metade dos custos de qualificação. As empresas parceiras vão arcar com o restante.
— O modelo é mais aprimorado, e temos a expectativa de que a evasão de pessoal para outras áreas seja menor — explicou Alonso, destacando que 33% dos participantes das seis edições do programa foram atuar em outras áreas.
Confira os dez cargos mais procurados pelas empresas:
Auxiliar de movimentação de cargas - auxilia o operador de movimentação de cargas no ambiente offshore (alto-mar). A atividade exige o ensino fundamental.
Armador - atua na área de construção e montagem. É preciso ter o ensino fundamental para exercer essa atividade.
Caldeireiro - esse trabalhador faz o traçado de peças em material de aço carbono, inox, cobre, alumínio, chapa de ferro etc. A atividade exige o ensino fundamental.
Encanador industrial - executa tarefas de montagem de tubulações industriais metálicas. É necessário ter o nível fundamental.
Pedreiro - executa serviços de elevação de paredes, utilizando blocos de concreto e especiais. A função é para candidatos com o ensino fundamental.
Soldador naval - atua na montagem, a partir do processo de soldagem de estruturas. Requer o ensino fundamental.
Soldador de estruturas - estuda a peça a ser soldada, verificando a melhor forma de fazer o serviço. O posto exige o ensino fundamental.
Montador de andaime - trabalha montando andaimes e fixando suas peças. Requer o nível fundamental.
Pintor industrial offshore - está habilitado a realizar trabalhos de pintura industrial em ambiente offshore (alto-mar). Exige o ensino fundamental.
Plataformista - atua no setor de manutenção e desenvolve atividades como restauração e limpeza de poços produtores de petróleo. Exige o nível médio.
Fonte: Extra
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
China conquista posto de maior importador de petróleo do mundo
Em setembro deste ano, a China ultrapassou os Estados Unidos e se tornou o maior importador de petróleo do mundo, resultado do crescimento acelerado e das fortes vendas de automóveis do país, informou a Administração de Informações de Energia (AIE) dos EUA em relatório divulgado na última semana.
O relatório ainda sinaliza que a posição conquistada pela China pode ser mantida até 2014. O consumo de petróleo na China ultrapassou em 6,3 milhões de barris por dia (bpt) o que o país produziu, em setembro, obrigando o país a importar a diferença, explica a AIE. A diferença nos EUA foi equivalente 6,13 milhões de bpd.
A mudança aconteceu em parte como resultado de um salto nas exportações de produtos refinados de petróleo pelos Estados Unidos, por isso os norte-americanos podem retornar ao posto de número um rapidamente.
Aquisições
O cenário deve fazer com que a China acelere aquisições de empresas de petróleo e gás para atender sua demanda por energia.
"As importações crescentes serão um motor para as aquisições", disse Alex Yap, consultor de energia do FGE, em Cingapura.
"Do ponto de vista de uma nação, eles têm uma agenda de segurança no abastecimento, mas do ponto de vista das empresas chinesas, elas estão interessadas em se transformarem em impérios."
As dificuldades em aumentar a produção doméstica têm levado as empresas chinesas, incluindo China National Offshore Oil Co. (CNOOC) e a Sinopec, a gastar mais de US$ 100 bilhões desde 2009 em ativos de petróleo e gás para aumentar as importações, mostraram dados da Thomson Reuters.
A CNOOC pretende dobrar sua produção anual de petróleo e gás de cerca de 60 milhões de toneladas para 120 milhões de toneladas de óleo equivalente, ou 2,6 milhões de barris por dia, até 2020 e 180 milhões de toneladas até 2030. Pequim também gastou bilhões em empréstimos subsidiados e apoios para garantir petróleo e gás na África e na América do Sul.
Embora a China não traga todo o petróleo de seus ativos no exterior para o país, o acesso aos campos dá a Pequim segurança no abastecimento e permite ao país planejar suas metas de importação. "As tradings estatais Unipec e Chinaoil estão negociando mais no mercado mundial do que o volume adquirido para atender as necessidades domésticas de refino", disse uma autoridade chinesa que não quis se identificar.
"Ao fazer aquisições no exterior, às vezes eles constroem refinarias como garantia para assegurar blocos de petróleo e gás, permitindo-lhes flexibilidade para tomar petróleo ou combustível refinado, ou se envolver em uma série de acordos de troca".
China e EUA
Os Estados Unidos, que têm uma população que corresponde a aproximadamente um terço da população chinesa, consome mais petróleo por pessoa que a China.
Em setembro, os americanos usaram 18,6 milhões de barris por dia de petróleo e outros combustíveis fósseis líquidos, enquanto a China usou 10,9 milhões, de acordo com o AIE. E a produção dos EUA foi de 12,5 milhões de barris por dia, enquanto que a China foi de 4,6 milhões.
Fonte: Revista Tn Petróleo
Dilma deve anunciar presidente da PPSA na segunda-feira
Segundo o jornal 'O Globo' de ontem (10), a presidente Dilma Rousseff teria escolhido Oswaldo Pedrosa, atualmente gerente executivo do campo de Polvo (Bacia de Campos), da petroleira nacional HRT, para presidir a Empresa Brasileira de Administração de Petróleo e Gás Natural - Pré-Sal Petróleo (PPSA). De acordo com a matéria, o anúncio deverá ser feito na segunda-feira (14), sete dias antes do primeiro leilão do pré-sal, que ofertará o Campo de Libra.
A companhia, que tem como objetivo administrar os contratos de partilha de produção celebrados pelo Ministério de Minas e Energia (MME), e a comercialização de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos da União, ainda gera muita polêmica no setor. Para o ex-diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), atualmente sócio e diretor da DZ Negócios com Energia, David Zylbersztajn, a criação da PPSA é desnecessária e perigosa.
"Acredito que a ANP teria condições de operar essas concessões no pré-sal como já faz nas outras áreas, assim como fiscalizar as atividades e gastos das empresas que vão explorar. Não era necessário se criar uma estatal para isso, desta forma se esvazia-se a agência", enfatizou.
Segundo Marilda Rosado, sócia fundadora da MRA Advogados, a "PPSA poderia ter a sua constitucionalidade questionada". Na opinião da jurista, "a Pré-Sal Petróleo significa uma dupla representação do Estado no âmbito do comitê operaciona".
Oswaldo Antunes Pedrosa
Engenheiro PhD formado pela Universidade de Stanford, na Califórnia, Oswaldo Antunes Pedrosa é aposentado pela Petrobras - onde trabalhou por 30 anos. Ingressou na Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) no ano em que o órgão foi criado, em 1998.
Na ANP, foi superintendente de Desenvolvimento e Produção até 2003. Desde 2010, está na HRT - petrolífera que vem enfrentando sérios problemas devido aos resultados negativos em sua campanha exploratória no Solimões, na Amazônia, e na Namíbia, na África. Pedrosa é o gerente executivo do campo de Polvo, no qual a HRT tem 60% de participação.
Fonte: Revista TN Petróleo
A companhia, que tem como objetivo administrar os contratos de partilha de produção celebrados pelo Ministério de Minas e Energia (MME), e a comercialização de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos da União, ainda gera muita polêmica no setor. Para o ex-diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), atualmente sócio e diretor da DZ Negócios com Energia, David Zylbersztajn, a criação da PPSA é desnecessária e perigosa.
"Acredito que a ANP teria condições de operar essas concessões no pré-sal como já faz nas outras áreas, assim como fiscalizar as atividades e gastos das empresas que vão explorar. Não era necessário se criar uma estatal para isso, desta forma se esvazia-se a agência", enfatizou.
Segundo Marilda Rosado, sócia fundadora da MRA Advogados, a "PPSA poderia ter a sua constitucionalidade questionada". Na opinião da jurista, "a Pré-Sal Petróleo significa uma dupla representação do Estado no âmbito do comitê operaciona".
Oswaldo Antunes Pedrosa
Engenheiro PhD formado pela Universidade de Stanford, na Califórnia, Oswaldo Antunes Pedrosa é aposentado pela Petrobras - onde trabalhou por 30 anos. Ingressou na Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) no ano em que o órgão foi criado, em 1998.
Na ANP, foi superintendente de Desenvolvimento e Produção até 2003. Desde 2010, está na HRT - petrolífera que vem enfrentando sérios problemas devido aos resultados negativos em sua campanha exploratória no Solimões, na Amazônia, e na Namíbia, na África. Pedrosa é o gerente executivo do campo de Polvo, no qual a HRT tem 60% de participação.
Fonte: Revista TN Petróleo
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Brasil deve anunciar grande descoberta de petróleo em semanas
Autoridades brasileiras pretendem anunciar a descoberta de uma gigantesca reserva de petróleo no mar, situada perto do estado de Sergipe, nas próximas semanas, no que poderia ser a maior do país fora da grande região do "pré-sal", informou o governo estadual.
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, vai "anunciar oficialmente a descoberta" durante uma visita à capital do Estado, Aracaju, disse à Reuters um porta-voz do governador em exercício, Jackson Barreto, na quinta-feira (4).
Uma campanha exploratória na costa de Sergipe mostra que uma área controlada pela Petrobras e um parceiro indiano possivelmente possui mais de 1 bilhão de barris de petróleo, disseram à 'Reuters' fontes do governo e da indústria, em reportagem publicada no dia 26 de setembro.
Esse volume é mais do que suficiente para suprir todas as necessidades de petróleo dos Estados Unidos, o maior consumidor de petróleo do mundo, por quase dois meses.
"Lobão aceitou o convite do governador para viajar para Aracaju no dia 23 de outubro" disse o governo de Sergipe em um comunicado. "Naquele dia, de acordo com o governador, a maior descoberta de petróleo em 2013 será anunciada oficialmente."
O Ministério de Minas e Energia do Brasil confirmou que Lobão está com viagem programada para ir para Aracaju em 23 de outubro. A pasta se recusou a informar a razão para a sua viagem. A Petrobras se recusou a confirmar o tamanho da descoberta. Mas a presidente-executiva da estatal, Maria das Graças Foster, chamou de "uma bela descoberta" em uma entrevista coletiva em 27 de setembro.
Fontes da indústria e do governo disseram anteriormente à Reuters que o bloco SEAL-11 e as áreas adjacentes podem conter mais de 3 bilhões de barris de petróleo in situ, um termo que inclui recursos irrecuperáveis, bem como o petróleo que pode ser economicamente produzido.
Essa quantidade pode ser suficiente para permitir a produção de cerca de 1 bilhão de barris, de acordo com fontes da indústria brasileira, com base em taxas de recuperação da indústria local. Barreto está substituindo o governador em Sergipe, Marcelo Deda, que está em licença médica.
Fonte: Revista Tn Petróleo
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, vai "anunciar oficialmente a descoberta" durante uma visita à capital do Estado, Aracaju, disse à Reuters um porta-voz do governador em exercício, Jackson Barreto, na quinta-feira (4).
Uma campanha exploratória na costa de Sergipe mostra que uma área controlada pela Petrobras e um parceiro indiano possivelmente possui mais de 1 bilhão de barris de petróleo, disseram à 'Reuters' fontes do governo e da indústria, em reportagem publicada no dia 26 de setembro.
Esse volume é mais do que suficiente para suprir todas as necessidades de petróleo dos Estados Unidos, o maior consumidor de petróleo do mundo, por quase dois meses.
"Lobão aceitou o convite do governador para viajar para Aracaju no dia 23 de outubro" disse o governo de Sergipe em um comunicado. "Naquele dia, de acordo com o governador, a maior descoberta de petróleo em 2013 será anunciada oficialmente."
O Ministério de Minas e Energia do Brasil confirmou que Lobão está com viagem programada para ir para Aracaju em 23 de outubro. A pasta se recusou a informar a razão para a sua viagem. A Petrobras se recusou a confirmar o tamanho da descoberta. Mas a presidente-executiva da estatal, Maria das Graças Foster, chamou de "uma bela descoberta" em uma entrevista coletiva em 27 de setembro.
Fontes da indústria e do governo disseram anteriormente à Reuters que o bloco SEAL-11 e as áreas adjacentes podem conter mais de 3 bilhões de barris de petróleo in situ, um termo que inclui recursos irrecuperáveis, bem como o petróleo que pode ser economicamente produzido.
Essa quantidade pode ser suficiente para permitir a produção de cerca de 1 bilhão de barris, de acordo com fontes da indústria brasileira, com base em taxas de recuperação da indústria local. Barreto está substituindo o governador em Sergipe, Marcelo Deda, que está em licença médica.
Fonte: Revista Tn Petróleo
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Curso Gerenciamento da Produção de Petróleo e gás Natural - Inscrições abertas
Senhores,
Estão abertas as inscrições para o Curso de Estações de Produção de Petróleo e Gás Natural (Processo e Projeto) ONLINE.
A princípio, este curso terá sua ênfase em estações onshore, porem, a lógica serve para offshore também.
Esta disciplina que é frequentemente negligenciada nas faculdades tem a procura por profissionais, pelas empresas (a maioria de médio e pequeno porte) dificultadas pelo fato de, até agora, somente poderem contar com aposentados da Petrobras.
Serão 14 aulas online enviadas individualmente sendo uma por semana e, com conferências semanais pelo Skype. Teremos 2 opções de dias e horários: 1ª Turma - Aos domingos de 10:00 as 12:00. 2ª Turma – As quartas-feiras: de 19:00 as 20:30 horas.
Os engenheiros e estudantes de qualquer engenharia podem exercer o cargo de supervisores e gerentes de estações de produção de petróleo e gás natural desde que tenham esta capacitação, vejam bem, não necessita de uma nova graduação, mas, capacitação somente, porém, as faculdades não investem nesta formação.
Até para aqueles que vão prestar o próximo concurso da Petrobras se beneficiarão, e muito, deste curso.
Teremos 02 aulas praticas em estações de produção na Bahia e/ou Sergipe durante o curso.
As aulas começarão no dia 15 para a turma da quarta e dia 20 para a turma aos domingos.
Quem tiver interessado me mande um email: luizhenrique_99@yahoo.com
O programa do curso esta abaixo:
1. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
CAPITULO 1 – FACILIDADE DE PRODUÇÃO.
Introdução
Fazendo o Equipamento Funcionar
Tipos de Facilidades (Instalações de Produção)
CAPITULO 2 – ESCOLHENDO UM PROCESSO.
Introdução
Controlando o Processo
- Operação de uma Válvula de Controle, Controle de Pressão, Controle de Nível, Controle de Temperatura, Controle de Fluxo.
Configuração Básica do Sistema
- Cabeça de Poço e Manifold, Separação, Tratamento de Óleo, Lease, Transferência de Custódia Automática, Bombas, Tratamento de Água, Compressores, Desidratadores de Gás, Teste de Poço, Sistemas de Levantamento Artificial (Gás Lift, BPZ, BCP, BCS, Bombeio Mecânico).
CAPITULO 3 – PROPRIEDADES DO FLUÍDOS.
Introdução
Princípios Básicos
Gravidade Especifica e Densidade, Viscosidade.
Cálculos de Flash
Caracterização do Fluxo.
- Peso Molecular do Fluxo de Gás, Taxa de Fluxo de Gás, Peso Molecular Líquido. Gravidade Especifica de Líquidos, Taxa de Fluxo Líquido, O Fluxo.
Calculo Aproximado de Flash.
CAPITULO 4 - SEPARAÇÃO EM 2 FASES DE GÁS E ÓLEO.
Introdução
Descrição do Equipamento.
- Separadores Horizontais, Separadores Verticais, Separadores Esféricos, Outras Configurações.
Seleção de Vasos – Horizontal x Vertical.
Interno de Vasos.
- Difusores na Entrada e Quebra Ondas, Placas Antiespumante, Quebra Vórtice, Extrator de Umidade.
Teoria.
- Assentamento, Tempo de Retenção.
Dimensionado o Separador.
- Procedimento para Dimensionar.
Exemplo Prático – Dimensionando um Separador Vertical,
Exemplo Prático – Dimensionando um Separador Horizontal.
Capitulo 5 - SEPARAÇÃO EM 3 FASES DE GÁS E ÓLEO.
Introdução.
Descrição do Equipamento.
- Separadores Verticais, Separação Vertical.
Seleção Horizontal x Vertical.
Internos do Vaso.
- Placas Coalescentes, Jato de Abrasivo e Drenos.
Potenciais Problemas Operacionais.
- Crus Espumantes, Areia, Formação de Parafina, Emulsões e Mitigação.
Teoria.
- Separação de Gás, Separação Óleo/Água, Dimensionamento de Gota no Óleo, Tamanho de Gota d’água no Óleo. Tempo de Retenção.
Dimensionando o Separador.
- Procedimento para Dimensionar.
Exemplo Prático – Dimensionando um Separador Vertical 3 fases,
Exemplo Prático – Dimensionando um Separador Horizontal 3 fases.
Capitulo 6 – SISTEMAS DE TRATAMENTO.
a) DE ÓLEOS CRUS.
Introdução.
Teoria de Tratamento de Emulsão.
- Emulsões Espumantes, Agente Emulsificador, Antiespumante, Separação por Gravidade, Coalescência, Viscosidade, Efeitos da Temperatura, Dados de Equações de Calor, Dimensões das Gotículas de Água e Tempo de Retenção, Meios de Coalescência, Coalescentes Eletrostáticos.
Equipamento de Tratamento.
- Tratadores Verticais, Tratadores Horizontais, Tratadores Eletrostáticos.
Procedimento de Projeto.
Exemplo Prático - Dimensionando um Tratador Horizontal.
Exemplo Prático - Dimensionando um Tratador Vertical.
b) DE GÁS NATURAL.
Introdução.
Teoria de Tratamento, Separação e Liquefação.
- Os métodos utilizados em função das características e regiões econômicas.
Procedimento de Projeto.
Exemplo Prático - Dimensionando um Sistema de Tratamento Completo.
Capitulo 7 – ÁGUA PRODUZIDA, SISTEMAS DE TRATAMENTO.
Introdução.
-Teoria.
- Separação por Gravidade, Dispersão, Coalescência.
Equipamento de Tratamento.
- Tanques ou Vasos Coletores de Espuma, Dimensionando o Coletor de Espuma, Equações, Placas Coalescentes,
Coletor de Espuma/Coalescentes, Precipitadores/Filtros, Packs SP, Unidades de Flotação, Acumulação do
Dejetos, Acumulação da Espuma.
Informação Requerida para o Projeto.
Qualidade da Água Efluente.
Procedimento de Seleção de Equipamentos.
Especificação do Equipamento.
Exemplo Prático - Projetando o Sistema de Tratamento de Efluentes de acordo com as Informações
Colhidas.
Capitulo 8 – QUEDA DE PRESSÃO NA TUBULAÇÃO.
Introdução.
-Princípios Básicos.
- Números Reynolds, Regimes de Fluxo, Equação de Bernoulli, Teorema, Equação de Darcy, Fator de Fricção
Lamacenta.
Equações de Fluxo de Fluidos.
- Liquido Fluxo, Fluxo de Gás, Fluxo de Duas Fases.
Perdas em Válvulas e Acoplamentos.
- Coeficientes de Resistência, Coeficientes de Fluxo, Comprimento Equivalente, Coeficiente de Fluxo
Laminar.
Exemplo Prático - Queda de Pressão em Linhas Liquida.
Exemplo Prático - Queda de Pressão em Linhas de Gás.
Exemplo Prático - Queda de Pressão em Linhas de Duas Fases.
Capitulo 9 – ESCOLHENDO DIÂMETROS E ESPESSURA DE PAREDE (SCHEDULE) DE UMA LINHA.
Introdução.
-Critérios.
- Fluxo erosional, Linhas de Líquido, Linhas de Gás, Fluxo de 2 fases.
- Critérios de Espessura de Parede (Schedule).
- Normas e Requerimentos e Formulas para cilindros de Paredes Finas.
- Avaliando a Classe de Pressão.
- Normas da Indústria, API, API 6A, ABNT, Normas Petrobras, Tubo, Válvula e Especificação de
Suportes.
Exemplo Prático - Linha de Liquida.
Exemplo Prático - Linha de Gás.
Exemplo Prático - Linhas de Duas Fases.
Referencias.
Capitulo 10– BOMBAS.
Introdução.
-Classificação de Bombas.
- Bomba Centrifuga.
- Bomba Recíproca.
- Bomba Diafragma.
- Bomba Rotativa.
- Princípios Básicos.
- Bomba Centrifuga.
- Cabeçote de Sucção Positiva. NPSH.
- Critério Básico de Seleção.
Capitulo 11– BOMBA CENTRÍFUGA.
Introdução.
-Classificação de Bombas.
- Instalação Múltiplas de Bombas.
- Velocidade Especifica.
- Normas e Regras.
- Tipos Genéricos de Bombas Centrífugas.
- Bomba ANSI, Bomba API de Estágio Singelo, Bombas Verticais em Linha, Bombas de Drenagem,
Bombas Submersíveis, Rolamentos, Selos e Anéis de Desgaste.
- Normas e Regras.
- Considerações de Instalação.
- Conexões com a Tubulação.
Capitulo 12– BOMBAS RECÍPROCAS.
Introdução.
-Controlando a Pulsação do Fluxo.
- Instalações Múltiplas de Bombas.
- Tubulação de Sucção e Descarga, Vibração da Tubulação.
- Rolamentos, Válvulas e Packing.
- Normas e Regras.
- Conexões com a Tubulação.
Capitulo 13– ORGANIZANDO O PROJETO.
Introdução.
Passos do Projeto.
- Planejamento Inicial, Estudo Conceitual, Definição do Projeto, Desenhos de Engenharia, Detalhamento,
Aquisição de Equipamentos e Materiais, Inspeção e Expedição, Partida da Planta, Data-Book.
- Controle de Planejamento e Formato da Execução.
- Controle de Engenharia, Controle do Custo do Projeto, Controle do Tempo de Projeto.
- Formato de Execução do Projeto.
- Turnkey, Turnkey Negociado, Turnkey Modificado, Custos Adicionais, Comparação de Formatos.
Fonte: Luiz Henrique
Estão abertas as inscrições para o Curso de Estações de Produção de Petróleo e Gás Natural (Processo e Projeto) ONLINE.
A princípio, este curso terá sua ênfase em estações onshore, porem, a lógica serve para offshore também.
Esta disciplina que é frequentemente negligenciada nas faculdades tem a procura por profissionais, pelas empresas (a maioria de médio e pequeno porte) dificultadas pelo fato de, até agora, somente poderem contar com aposentados da Petrobras.
Serão 14 aulas online enviadas individualmente sendo uma por semana e, com conferências semanais pelo Skype. Teremos 2 opções de dias e horários: 1ª Turma - Aos domingos de 10:00 as 12:00. 2ª Turma – As quartas-feiras: de 19:00 as 20:30 horas.
Os engenheiros e estudantes de qualquer engenharia podem exercer o cargo de supervisores e gerentes de estações de produção de petróleo e gás natural desde que tenham esta capacitação, vejam bem, não necessita de uma nova graduação, mas, capacitação somente, porém, as faculdades não investem nesta formação.
Até para aqueles que vão prestar o próximo concurso da Petrobras se beneficiarão, e muito, deste curso.
Teremos 02 aulas praticas em estações de produção na Bahia e/ou Sergipe durante o curso.
As aulas começarão no dia 15 para a turma da quarta e dia 20 para a turma aos domingos.
Quem tiver interessado me mande um email: luizhenrique_99@yahoo.com
O programa do curso esta abaixo:
1. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
CAPITULO 1 – FACILIDADE DE PRODUÇÃO.
Introdução
Fazendo o Equipamento Funcionar
Tipos de Facilidades (Instalações de Produção)
CAPITULO 2 – ESCOLHENDO UM PROCESSO.
Introdução
Controlando o Processo
- Operação de uma Válvula de Controle, Controle de Pressão, Controle de Nível, Controle de Temperatura, Controle de Fluxo.
Configuração Básica do Sistema
- Cabeça de Poço e Manifold, Separação, Tratamento de Óleo, Lease, Transferência de Custódia Automática, Bombas, Tratamento de Água, Compressores, Desidratadores de Gás, Teste de Poço, Sistemas de Levantamento Artificial (Gás Lift, BPZ, BCP, BCS, Bombeio Mecânico).
CAPITULO 3 – PROPRIEDADES DO FLUÍDOS.
Introdução
Princípios Básicos
Gravidade Especifica e Densidade, Viscosidade.
Cálculos de Flash
Caracterização do Fluxo.
- Peso Molecular do Fluxo de Gás, Taxa de Fluxo de Gás, Peso Molecular Líquido. Gravidade Especifica de Líquidos, Taxa de Fluxo Líquido, O Fluxo.
Calculo Aproximado de Flash.
CAPITULO 4 - SEPARAÇÃO EM 2 FASES DE GÁS E ÓLEO.
Introdução
Descrição do Equipamento.
- Separadores Horizontais, Separadores Verticais, Separadores Esféricos, Outras Configurações.
Seleção de Vasos – Horizontal x Vertical.
Interno de Vasos.
- Difusores na Entrada e Quebra Ondas, Placas Antiespumante, Quebra Vórtice, Extrator de Umidade.
Teoria.
- Assentamento, Tempo de Retenção.
Dimensionado o Separador.
- Procedimento para Dimensionar.
Exemplo Prático – Dimensionando um Separador Vertical,
Exemplo Prático – Dimensionando um Separador Horizontal.
Capitulo 5 - SEPARAÇÃO EM 3 FASES DE GÁS E ÓLEO.
Introdução.
Descrição do Equipamento.
- Separadores Verticais, Separação Vertical.
Seleção Horizontal x Vertical.
Internos do Vaso.
- Placas Coalescentes, Jato de Abrasivo e Drenos.
Potenciais Problemas Operacionais.
- Crus Espumantes, Areia, Formação de Parafina, Emulsões e Mitigação.
Teoria.
- Separação de Gás, Separação Óleo/Água, Dimensionamento de Gota no Óleo, Tamanho de Gota d’água no Óleo. Tempo de Retenção.
Dimensionando o Separador.
- Procedimento para Dimensionar.
Exemplo Prático – Dimensionando um Separador Vertical 3 fases,
Exemplo Prático – Dimensionando um Separador Horizontal 3 fases.
Capitulo 6 – SISTEMAS DE TRATAMENTO.
a) DE ÓLEOS CRUS.
Introdução.
Teoria de Tratamento de Emulsão.
- Emulsões Espumantes, Agente Emulsificador, Antiespumante, Separação por Gravidade, Coalescência, Viscosidade, Efeitos da Temperatura, Dados de Equações de Calor, Dimensões das Gotículas de Água e Tempo de Retenção, Meios de Coalescência, Coalescentes Eletrostáticos.
Equipamento de Tratamento.
- Tratadores Verticais, Tratadores Horizontais, Tratadores Eletrostáticos.
Procedimento de Projeto.
Exemplo Prático - Dimensionando um Tratador Horizontal.
Exemplo Prático - Dimensionando um Tratador Vertical.
b) DE GÁS NATURAL.
Introdução.
Teoria de Tratamento, Separação e Liquefação.
- Os métodos utilizados em função das características e regiões econômicas.
Procedimento de Projeto.
Exemplo Prático - Dimensionando um Sistema de Tratamento Completo.
Capitulo 7 – ÁGUA PRODUZIDA, SISTEMAS DE TRATAMENTO.
Introdução.
-Teoria.
- Separação por Gravidade, Dispersão, Coalescência.
Equipamento de Tratamento.
- Tanques ou Vasos Coletores de Espuma, Dimensionando o Coletor de Espuma, Equações, Placas Coalescentes,
Coletor de Espuma/Coalescentes, Precipitadores/Filtros, Packs SP, Unidades de Flotação, Acumulação do
Dejetos, Acumulação da Espuma.
Informação Requerida para o Projeto.
Qualidade da Água Efluente.
Procedimento de Seleção de Equipamentos.
Especificação do Equipamento.
Exemplo Prático - Projetando o Sistema de Tratamento de Efluentes de acordo com as Informações
Colhidas.
Capitulo 8 – QUEDA DE PRESSÃO NA TUBULAÇÃO.
Introdução.
-Princípios Básicos.
- Números Reynolds, Regimes de Fluxo, Equação de Bernoulli, Teorema, Equação de Darcy, Fator de Fricção
Lamacenta.
Equações de Fluxo de Fluidos.
- Liquido Fluxo, Fluxo de Gás, Fluxo de Duas Fases.
Perdas em Válvulas e Acoplamentos.
- Coeficientes de Resistência, Coeficientes de Fluxo, Comprimento Equivalente, Coeficiente de Fluxo
Laminar.
Exemplo Prático - Queda de Pressão em Linhas Liquida.
Exemplo Prático - Queda de Pressão em Linhas de Gás.
Exemplo Prático - Queda de Pressão em Linhas de Duas Fases.
Capitulo 9 – ESCOLHENDO DIÂMETROS E ESPESSURA DE PAREDE (SCHEDULE) DE UMA LINHA.
Introdução.
-Critérios.
- Fluxo erosional, Linhas de Líquido, Linhas de Gás, Fluxo de 2 fases.
- Critérios de Espessura de Parede (Schedule).
- Normas e Requerimentos e Formulas para cilindros de Paredes Finas.
- Avaliando a Classe de Pressão.
- Normas da Indústria, API, API 6A, ABNT, Normas Petrobras, Tubo, Válvula e Especificação de
Suportes.
Exemplo Prático - Linha de Liquida.
Exemplo Prático - Linha de Gás.
Exemplo Prático - Linhas de Duas Fases.
Referencias.
Capitulo 10– BOMBAS.
Introdução.
-Classificação de Bombas.
- Bomba Centrifuga.
- Bomba Recíproca.
- Bomba Diafragma.
- Bomba Rotativa.
- Princípios Básicos.
- Bomba Centrifuga.
- Cabeçote de Sucção Positiva. NPSH.
- Critério Básico de Seleção.
Capitulo 11– BOMBA CENTRÍFUGA.
Introdução.
-Classificação de Bombas.
- Instalação Múltiplas de Bombas.
- Velocidade Especifica.
- Normas e Regras.
- Tipos Genéricos de Bombas Centrífugas.
- Bomba ANSI, Bomba API de Estágio Singelo, Bombas Verticais em Linha, Bombas de Drenagem,
Bombas Submersíveis, Rolamentos, Selos e Anéis de Desgaste.
- Normas e Regras.
- Considerações de Instalação.
- Conexões com a Tubulação.
Capitulo 12– BOMBAS RECÍPROCAS.
Introdução.
-Controlando a Pulsação do Fluxo.
- Instalações Múltiplas de Bombas.
- Tubulação de Sucção e Descarga, Vibração da Tubulação.
- Rolamentos, Válvulas e Packing.
- Normas e Regras.
- Conexões com a Tubulação.
Capitulo 13– ORGANIZANDO O PROJETO.
Introdução.
Passos do Projeto.
- Planejamento Inicial, Estudo Conceitual, Definição do Projeto, Desenhos de Engenharia, Detalhamento,
Aquisição de Equipamentos e Materiais, Inspeção e Expedição, Partida da Planta, Data-Book.
- Controle de Planejamento e Formato da Execução.
- Controle de Engenharia, Controle do Custo do Projeto, Controle do Tempo de Projeto.
- Formato de Execução do Projeto.
- Turnkey, Turnkey Negociado, Turnkey Modificado, Custos Adicionais, Comparação de Formatos.
Fonte: Luiz Henrique
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Descoberta pode tornar Sergipe a maior fronteira petrolífera do país
Petrobras pode ter descoberto mais de 1 bilhão de barris de petróleo .
Análise aponta grandes quantidades de gás natural e petróleo leve.
A análise realizada pela Petrobras indica a descoberta de reserva de petróleo em Sergipe, com produção de mais de 1 bilhão de barris e se configura como uma nova província petrolífera na região da Bacia Sergipe.
Segundo a assessoria de comunicação da Petrobras em Sergipe, a análise aponta grandes quantidades de gás natural e petróleo leve, de alta qualidade. Caso seja confirmado, a descoberta vai ser uma das maiores do mundo neste ano e Sergipe pode se consolidar como grande fronteira petrolífera do país.
Essa é uma avaliação inicial, feita a partir de estudo em parte da costa do Estado, na campanha de exploração, iniciada em 2008. Na ocasião foram apresentados 16 poços perfurados na área.
Os Planos de Avaliação de Descobertas aprovados até o momento são os de Papangu e Moita Bonita.
Fonte: Agência Petrobras de Notícias
Análise aponta grandes quantidades de gás natural e petróleo leve.
A análise realizada pela Petrobras indica a descoberta de reserva de petróleo em Sergipe, com produção de mais de 1 bilhão de barris e se configura como uma nova província petrolífera na região da Bacia Sergipe.
Segundo a assessoria de comunicação da Petrobras em Sergipe, a análise aponta grandes quantidades de gás natural e petróleo leve, de alta qualidade. Caso seja confirmado, a descoberta vai ser uma das maiores do mundo neste ano e Sergipe pode se consolidar como grande fronteira petrolífera do país.
Essa é uma avaliação inicial, feita a partir de estudo em parte da costa do Estado, na campanha de exploração, iniciada em 2008. Na ocasião foram apresentados 16 poços perfurados na área.
Os Planos de Avaliação de Descobertas aprovados até o momento são os de Papangu e Moita Bonita.
Fonte: Agência Petrobras de Notícias
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