quarta-feira, 4 de maio de 2011

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segunda-feira, 4 de abril de 2011

EVENTO: PetroNor 2011 - III Conferência, Exposição e Encontro de Negócios do Setor de Petróleo do Norte e Nordeste do Brasil

 

III Conferência, Exposição e Encontro de Negócios do Setor de Petróleo do Norte e Nordeste do Brasil
14 e 15 de julho de 2011
Manaus | Amazonas | Brasil

“Petróleo na Amazônia: Desafios e Oportunidades de Negócio”

Apresentação

PetroNor é um evento internacional com foco no setor de petróleo e gás do Norte e Nordeste do Brasil, constituído de uma Conferência Técnica, uma Exposição e um Encontro de Negócios, organizado anualmente pelas Redes Petro do Norte/Nordeste do país com o patrocínio do SEBRAE e da PETROBRAS.
Na edição de 2011 o PetroNor será sediado em Manaus, capital do Estado do Amazonas, e estará dedicado aos desafios comuns e oportunidades de negócios nas bacias petrolíferas localizadas em regiões transfronteirizas do Amazonas. O evento cobre toda a cadeia produtiva, da exploração e produção ao refino e transporte, abordando também aspectos transversais tais como inovação e meio ambiente.

Conferência

Na conferência será apresentado o panorama atual de exploração e produção nas bacias petrolíferas dos países amazônicos, bem como as perspectivas de investimentos e as oportunidades reais de fornecimento de bens e serviços nessas mesmas bacias. Todas as apresentações serão realizadas por especialistas oriundos de cada um dos países envolvidos (Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela). Outros assuntos, tais como incentivos fiscais, tecnologias inovadoras e conteúdo local serão abordados em painéis específicos.
A participação na conferência é aberta e gratuita.

Exposição

A exposição pretende mostrar produtos e serviços utilizados no setor petrolífero no Amazonas, especialmente aqueles projetos de inovação tecnológica bem sucedidos, desenvolvidos por empresas dos países da região amazônica. Serão disponibilizados estandes de 6 m², possibilitando a interação entre empresas, público especializado, instituições e estudantes.

Encontro de Negócios

Enfim, o Encontro de Negócios promoverá intercâmbios comerciais entre empresas compradoras oriundas dos países amazônicos e empresas fornecedoras do setor, tanto no segmento de exploração e produção quanto no de refino e transporte.
A participação no encontro de negócios é gratuita.

Inscrições

Público Alvo

  • Empresas concessionárias
  • Empresas fornecedoras de bens e serviços
  • Governo Federal e Estaduais
  • Associações de classe
  • Universidades, centros de pesquisa e FAPs
  • Estudantes

Data e Local

Data: 14 e 15 de julho de 2011
Local: Centro de Convenções Manaus Plaza
Av. Djalma Batista, 2100
Manaus | Amazonas | Brasil

Organização

Redes Petro de AL, AM, BA, CE, PE, RN e SE

Contato

  • Sra. Helena GarciaTelefone: (92) 2121 7317E-mail: helenagarcia@am.sebrae.com.br
  • Sra. Noira AuzierTelefone: (92) 2121 7318E-mail: noira.pereira@am.sebrae.com.br

Patrocínio

Convênio PETROBRAS-SEBRAE Amazonas

terça-feira, 3 de maio de 2011

Novo marco para etanol e biodiesel

Fonte: Valor Econômico
Data: 03/05/2011 10:01
O governo fará um "novo marco regulatório" para o etanol e o biodiesel e a Petrobras fará parte dessa etapa ao reforçar os investimentos nesses segmentos até 2015, informou o presidente da Petrobras Biocombustíveis, Miguel Rossetto. As medidas deverão ser adotadas nos próximos meses, em paralelo à transformação do etanol em combustível estratégico sob fiscalização e controle da Agência Nacional do Petróleo (ANP).
 
 
"A agenda de regulação é de governo, que tomará a iniciativa de um novo marco regulatório do etanol e do biodiesel por causa do sucesso e do impacto de ambos na economia da energia", afirmou Rossetto.
 
 
O presidente Petrobras Biocombustíveis diz que o etanol significa 50% do volume de veículos e o biodiesel já tem 5% na matriz energética brasileira. "Eles marcam o perfil da produção sustentável, assumem importância que exigem outro padrão regulatório, mas isso é agenda de governo".
 
 
No início de abril, a presidente Dilma Rousseff determinou alterações na regulação do etanol como resposta à substantiva elevação de preços, com impacto nos índices da inflação, e as ameaças ao abastecimento interno do combustível. Na sexta-feira, o governo publicou medida provisória para ampliar a banda de variação da mistura do etanol anidro na gasolina. Agora, fará um novo marco regulatório.
 

A aceleração nos planos de investimento da Petrobras em etanol também responde a um apelo da presidente Dilma Rousseff. "Vamos crescer os investimentos em etanol nos próximos anos e aumentar nosso capacidade", informa Rossetto. "A Petrobras assumiu esse compromisso. O mercado do etanol cresce 10% ao ano e vamos ocupar parte disso, ampliar o abastecimento e também crescer em alcoolquímica. Esse é o nosso negócio e estamos preparados para isso", afirma.
 

A estatal está em processo de avaliação de seu plano quinquenal de investimento para o período 2011-2015, a ser divulgado ainda em maio. A empresa dará prioridade à área de pesquisa e desenvolvimento, sobretudo para garantir biocombustíveis de "segunda geração". "Vamos investir muito em P&D, na vanguarda tecnológica dos biocombustíveis, no etanol de segunda geração e na melhoria genética das oleaginosas", diz o executivo. E detalha: "Queremos ter variedades mais rústicas, com mais foco no Semiárido, via análise dos ciclos de vida e aperfeiçoamento do padrão de produção".
 

A Petrobras Biocombustíveis, cuja meta de participação no mercado de etanol estava fixada em 5% até 2014, deve ampliar as apostas nesta área a partir dos investimentos em etanolduto e em novidades logísticas como a hidrovia Tietê-Paraná, ambos planejados para garantir o escoamento da produção do Centro-Oeste no longo prazo. "Nossa agenda é de produção. Temos investimentos em execução no período 2010 a 2014 de US$ 2,5 bilhões. Disso, US$ 1,9 bilhão são só para etanol".
 

O executivo diz que o braço de novos combustíveis da estatal encerrou 2010 com participação acionária em 14 usinas no Brasil - dez de etanol e quatro de biodiesel. Ao longo do ano passado, a empresa elevou sua capacidade instalada a 1 bilhão de litros de etanol e a 500 milhões de litros de biodiesel. A Petrobras mantém participação nas usinas Guarani, Nova Fronteira e Total. E busca novas empresas com "qualidade econômica, logística e ambiental, além de viabilidade", segundo o executivo. Na mira, estão tanto projetos "greenfield" ou construídos, mas com 100% de mecanização do plantio e da colheita. "Queremos gestão e operação com altos padrões". O crescimento se dará a partir da Guarani em São Paulo e da Fronteira em Goiás. "Compartilhamos gestão e alto padrão. E cresceremos a partir dessas empresas".
 

Rossetto diz que a Petrobras Biocombustíveis reforçará o "compromisso" com os projetos de biodiesel no Pará e a atuação no óleo de palma. "Vamos construir nossa usina para abastecer o Norte do país. Teremos um conceito de sustentabilidade, amplo rigor ambiental e forte integração com a agricultura familiar".

Petrobras considera cedo aumento no preço da gasolina

 

Por Maria Fernanda Romero
Fonte: Redação
Data: 03/05/2011 16:04


A Petrobras disse hoje que acredita que é “muito cedo” para elevar os preços da gasolina ainda que a empresa possa ser obrigada a importar combustível para revender abaixo do custo para atender a demanda interna. A afirmação foi feita a pouco pelo presidente da empresa, José Sérgio Gabrielli em coletiva durante a Offshore Technology Conference (OTC).

 
“Não repassamos ao mercado brasileiro variações de curto prazo dos preços internacionais do petróle. Nossa política é de longo prazo e ainda é muito cedo para decidir o que fazer”, indicou Gabrielli.


Segundo o executivo as refinarias da Petrobras no Brasil estão operando próximas da capacidade total, forçando a empresa a comprar combustível no exterior e com os limites de preços impostos pelo governo impedindo que repasse todo o custo aos consumidores.


A estatal não deve aumentar significativamente sua capacidade de refino doméstica até que complete uma nova unidade em 2013. "As refinarias da Petrobras suprem a maior parte da demanda nacional por gasolina, com as importações representando apenas uma 'pequena' proporção, disse. Em abril, a Petrobras importou 1,5 milhões de barris de gasolina, com o crescimento econômico elevando a demanda por combustíveis.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Mistura de etanol na gasolina vai diminuir para 20% ou 18%

 

Fonte: Valor Econômico
Data: 28/04/2011 10:31
O governo segue em alerta com a garantia de abastecimento e os preços do etanol no mercado interno. A recente elevação das cotações nas usinas acelerou a decisão de reduzir a mistura do anidro na gasolina, hoje em 25%.
 

A alteração será anunciada nos próximos dias, apurou o Valor. O índice deve cair a 20% ou 18%, dependendo apenas de uma decisão final da presidente Dilma Rousseff. Se for a 20%, um decreto interministerial resolve. Abaixo disso, será preciso uma medida provisória.
 
 
A presidente ainda está aborrecida com os usineiros e quer usar o instrumento de regulação para "mostrar força". Para reforçar a estratégia de intervenção, Dilma também determinou à Petrobras Biocombustíveis mais rapidez nos investimentos em produção de etanol. A estatal, que deve divulgar seu novo plano quinquenal ainda este mês, elevará sua aposta no setor, hoje limitada à produção de 1 bilhão de litros em dez usinas. Ao mesmo tempo, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) avança nos detalhes para estabelecer mecanismos de fiscalização, controle e metas às usinas.
 

O governo avalia que precisa "dar sinais concretos" de garantia de abastecimento e controle do impacto dos preços do etanol nos índices de inflação. A substancial redução da mistura na gasolina também deve ajudar a estratégia, já que o rally das cotações do etanol pressiona por um reajuste do combustível nos postos de serviço.
 

O governo considera ser necessário investir R$ 15 bilhões por ano ao longo da próxima década para garantir a oferta interna e atender a esperada demanda internacional pelo etanol de cana-de-açúcar.
 

A presidente Dilma está disposta, segundo auxiliares, a induzir investimentos no setor, mas tem cobrado "mais compromisso" dos usineiros com o programa do etanol. Mesmo sem adiantar medidas futuras, o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, afirma que o setor tem compreendido a urgência de ampliar investimentos para tranquilizar o mercado interno. "Temos mantido estreito contato com o setor e notado boa vontade de todos", disse Rossi ao Valor.
 

No governo, informa-se que Dilma decidiu financiar apenas a construção e ampliação de destilarias de etanol. A presidente quer evitar qualquer incentivo à produção de mais açúcar de cana. Antes disso, porém, quer "arrumar a casa" com as medidas pensadas para enquadrar os usineiros.
 

Embora tenha deixado a medida em "stand by", Dilma ainda não arquivou a ideia de taxar as exportações de açúcar em 4%. Os usineiros são acusados de produzir mais açúcar do que etanol. Os preços da commodity experimentam os maiores picos desde a década de 1970 e sua remuneração supera em 75% a margem do etanol.
 

Para evitar prejuízo aos combustíveis, a presidente encomendou estudos à equipe econômica sobre a redução do percentual da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) na gasolina.
 

No início de abril, em reunião com quatro ministros no Palácio do Planalto, a presidente determinou a "transferência compulsória" do etanol à ANP. O objetivo é apertar controles sobre níveis de estoques privados e estatísticas de oferta e demanda, além da quantidade produzida e o fluxo de comercialização das usinas. Medidas tributárias, como a obrigação de instalar medidores de vazão, também foram cogitadas.
 

A presidente Dilma Rousseff entende, segundo auxiliares, haver um "descompromisso" que colocaria em risco a produção de motores "flex fuel" e ameaçaria os investimentos da indústria automobilística em carros bicombustíveis. Dilma lembra conhecer o setor desde sua época como ministra de Minas e Energia. E tem afirmado que os usineiros não costumam cumprir acordos com o governo.
 

Parte do governo avalia que o setor tem "margens deprimidas" em razão dos crescentes custos de produção e do preço "artificial" da gasolina, o que impede uma livre flutuação nos preços do etanol - balizado pelo derivado de petróleo. E o setor ainda vive reflexos da crise de 2008, quando capital de giro era usado como investimento em novas plantas. Depois da crise global, faltou dinheiro para pagar dívidas de curto prazo e muitas usinas foram vendidas. Hoje, 35% das usinas são estrangeiras. E as multinacionais pouco investiram em novos projetos, avalia o governo.

sábado, 30 de abril de 2011

Nova descoberta no pré-sal da Bacia de Campos

Fonte: Agência Petrobras
Data: 29/04/2011 12:29
 
 


A Petrobras descobriu nova acumulação de óleo no pré-sal da Bacia de Campos, com o poço 6-AB-119D-RJS, perfurado no campo de Albacora, a 107 km da costa e a apenas 3,2km da plataforma de produção P-31.
 
 
Perfurado em profundidade de água de 380m, atingiu a profundidade total de 4.835m, constatando uma coluna de óleo de 241m, dos quais 104m são dos reservatórios carbonáticos da Formação Macabu, com porosidade em torno de 10%.
 
 
Estimativas preliminares de volume indicam, para essa nova acumulação, potencial de volume economicamente recuperável da ordem de 350 milhões de barris de óleo. Medidas de razão gás/óleo (RGO) realizadas em amostras registraram valores entre 60 e 240 m3/m3, indicando tratar-se de óleo leve.
 
 
Essa descoberta será objeto de Plano de Avaliação a ser oportunamente submetido à ANP. A realização de Teste de Longa Duração para investigar o comportamento de produção dessa nova acumulação será decidida após a avaliação de testes de formação a poço revestido (TFR's) programados para dois intervalos selecionados. 

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Transpetro Abre Concurso
Posted: 28 Apr 2011 11:26 AM PDT


A Transpetro publicou, no Diário Oficial da União desta quinta (28), edital de concurso público para o preenchimento de 206 vagas e formação de cadastro de reserva em cargos de níveis médio (136) e superior (70) . Haverá reserva de vagas para candidatos deficientes. As oportunidades estão distribuídas entre os Estados do Rio de Janeiro, Sergipe, Pará, Minas Gerais, Ceará, Bahia, Santa Catarina, Alagoas, Amazonas, Rio Grande do Norte, Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco, São Paulo, Goiás, Espírito Santo e no Distrito Federal.

Para candidatos de nível médio são oferecidos os seguintes cargos: técnico ambiental júnior (1), técnico de administração e controle júnior (17), técnico de contabilidade júnior (3), técnico de enfermagem do trabalho júnior (10), técnico de faixa de dutos júnior (2), técnico de inspeção de equipamentos e instalações júnior (19), técnico de manutenção júnior – automação (19), elétrica (7), instrumentação (17) e mecânica (20), técnico de operação júnior (11), técnico de segurança júnior (8) e técnico químico júnior (2). O salário oferecido oscila entre R$ 2.114 e R$ 2.548.

Quem possui o nível superior poderá se candidatar às vagas de administrador júnior (4), analista de sistemas júnior – software (4), contador júnior – auditoria interna (6), contador júnior – contábil (1), economista júnior (1), engenheiro júnior - análise e projetos de investimento (2), automação (10), civil (1), elétrica (9), geotécnica (2), mecânica (14), naval (2), processamento (1), produção (1) e segurança (5), médico do trabalho júnior (4), profissional de meio ambiente júnior (2) e químico de petróleo júnior (1). A remuneração varia de R$ 5.620 a R$ 6.056.

Inscrições

Os interessados devem se inscrever, entre 0h do dia 3 e 23h59 do dia 22 de maio, no site da Fundação Cesgranrio, organizadora do concurso. O valor da taxa é de R$ 36 para os cargos de nível médio e de R$ 50 para os cargos nível superior.

Provas

Os candidatos farão prova objetiva contendo questões de conhecimentos básicos - língua portuguesa e matemática (nível médio) ou língua portuguesa e língua inglesa (nível superior) - e conhecimentos específicos.

O exame será aplicado, em 10 de julho, nas cidades de Angra dos Reis (RJ), Aracaju (SE), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campos dos Goytacazes (RJ), Fortaleza (CE), Itabuna (BA), Joinville (SC), Juiz de Fora (MG), Macaé (RJ), Maceió (AL), Manaus (AM), Natal (RN), Paranaguá (PR), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Rio Grande (RS), Salvador (BA), Santos (SP), São José dos Campos (SP), São Luiz (MA), São Paulo (SP), São Sebastião (SP), Senador Canedo (GO), Teixeira de Freitas (BA), Uberaba (MG), Uberlândia (MG), Vitória (ES) e Volta Redonda (RJ).

As informações foram fornecidas pela Fundaçao Cesgranrio. É recomendável confirmar datas e horários para se prevenir de alterações posteriores à publicação deste texto.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

11ª Rodada da ANP acontece no segundo semestre deste ano

 

Data: 28/04/2011 17:16
 
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realizará no segundo semestre deste ano a 11ª Rodada de Licitações de Blocos Exploratórios. A Agência foi autorizada hoje (28) pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), em reunião em Brasília. A Margem Equatorial Brasileira, tida como uma área muito promissora, será o destaque da rodada com cinco das nove bacias. Serão licitados 174 blocos (87 em mar, 87 em terra), divididos em 17 setores em nove bacias sedimentares: Barreirinhas, Ceará, Paranaíba, Espírito Santo, Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Potiguar, Recôncavo e Sergipe-Alagoas. 
Serão licitados cerca de 122 mil de quilômetros quadrados de áreas exploratórias em terra e em mar. Com isso, se todos os blocos forem arrematados, a área exploratória brasileira que atualmente é de apenas 314 mil km² e vinha diminuindo nos últimos anos, terá um crescimento de 40%. No total, incluindo os campos em produção e desenvolvimento a área sob concessão soma 338.088 km².   

A estimativa de arrecadação é de cerca de R$ 200 milhões com os bônus de assinatura a serem pagos pelas empresas pelos blocos. A 11ª Rodada será a primeira a ser feita com o novo modelo de contrato de concessão a ser divulgado pela ANP após a compilação das sugestões colhidas durante a audiência pública realizada no dia 20 de abril.
 
Fonte: Redação Revista TN Petróleo