quarta-feira, 6 de março de 2013
Norma Técnica NBR 17505 é atualizada
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), publicou no início de fevereiro, a nova versão da norma ABNT NBR 17505, que trata do Armazenamento de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis.
O documento é resultado de um trabalho desenvolvido durante quatro anos pelo grupo de revisão da norma, que elaborou e aprovou o texto das sete partes que compõem a norma. A nova versão desta Norma foi publicada no dia 7 de fevereiro e estará em vigor a partir de 7 de março.
A melhor adequação da referida norma ao setor de lubrificantes diminui as imensas dificuldades encontradas pelos produtores atualmente, e que também possa uniformizar o entendimento dos fiscais da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Fonte: Redação Revista Tn Petróleo
EBX e BP criam empresa de distribuição de combustíveis
A EBX Holding Ltda e a BP Products North America Inc. assinaram contrato para a criação da empresa MFX (Marine Fuels X), com o objetivo de importar, exportar, vender e distribuir combustíveis marítimos, sob a marca da BP Marine. A MFX terá o seu controle compartilhado entre BP e EBX, onde cada uma terá uma participação de 50%. Após a assinatura dos documentos finais, a nova empresa começará suas atividades em 2013, com a importação de combustíveis marítimos e venda para clientes no mercado local.
O terminal da MFX ficará localizado no Superporto do Açu, no TX2l, que contará com toda a infraestrutura necessária para a distribuição de combustíveis marítimos. Este centro de abastecimento deverá atender às demandas de navios dos mais variados portes e atividades, como PSVs (Platform Supply Vessels), navios de cabotagem e de longo curso, por combustíveis como diesel marítimo (MGO - Marine Gas Oil) e bunker (IFO - Intermediate Fuel Oil).
“Esta iniciativa visa assegurar às empresas que estão se instalando no Superporto do Açu a garantia de fornecimento contínuo e competitivo de combustível marítimo de alta qualidade para as suas operações. Adicionalmente, o acordo irá ajudar a capacitar o empreendimento a se tornar um Hub Port para combustíveis marítimos, reconhecido no mercado global”, disse Marcus Berto, CEO da LLX.
Com o desenvolvimento das atividades de abastecimento, a LLX alugará uma área de aproximadamente 350 mil m², localizada na entrada do canal do TX2, e pretende alugar também 600 mil m² no TX1, em área já preparada para a instalação de uma Unidade de Tratamento de Petróleo (UTP).
“Esta associação reforça o compromisso da BP com o setor energético brasileiro, além de complementar nossos investimentos nas áreas de E&P, Lubrificantes, Combustíveis de Aviação e Biocombustíveis”, disse Luiz Figueiredo, diretor regional da BP IST no Brasil.
Com o desenvolvimento desta JV, o Superporto do Açu deverá se tornar um dos principais centros de distribuição de combustíveis marítimos do Atlântico Sul. O início das atividades operacionais da nova empresa ocorrerá após a obtenção das licenças e autorizações necessárias.
Fonte: Revista Tn Petróleo
Para Ompetro, decisão sobre royalties do petróleo vai ser tomada no STF
A decisão sobre a redistribuição do royalties do petróleo vai mesmo acabar no Supremo Tribunal Federal (STF), a avaliação é da presidenta da Organização dos Municípios Produtores de Petróleo (Ompetro), Rosinha Garotinho. Segundo ela, o Congresso deverá derrubar o veto da presidenta Dilma Rousseff à parte do projeto aprovado pela Câmara e pelo Senado.
“Tudo vai parar no Supremo. Só que aí não é mais prerrogativa dos municípios, porque quem pode entrar com uma Adin [ação direta de inconstitucionalidade] são os governos. No caso do Rio, do Espírito Santo e de São Paulo”, disse à Agência Brasil.
Rosinha, que também é prefeita de Campos, informou que o município, grande produtor de petróleo, perderá este ano, caso o veto presidencial seja derrubado, 40% de seu orçamento. “A perda é imediata e progressiva. O município perde ainda este ano 40% do seu orçamento [cerca de R$ 600 milhões], chegando a 2020 recebendo apenas 20% de tudo a que teria direito”, declarou.
O governo do Rio adiantou que vai entrar com uma Adin, no Supremo Tribunal Federal (STF), caso o veto da presidente Dilma Rousseff sobre os royalties seja derrubado pelo Congresso. Em nota, o governo fluminense estimou em R$ 4 bilhões as perdas do estado e dos municípios.
Fonte: Agência Brasil
Para Ompetro, decisão sobre royalties do petróleo vai ser tomada no STF
A decisão sobre a redistribuição do royalties do petróleo vai mesmo acabar no Supremo Tribunal Federal (STF), a avaliação é da presidenta da Organização dos Municípios Produtores de Petróleo (Ompetro), Rosinha Garotinho. Segundo ela, o Congresso deverá derrubar o veto da presidenta Dilma Rousseff à parte do projeto aprovado pela Câmara e pelo Senado.
“Tudo vai parar no Supremo. Só que aí não é mais prerrogativa dos municípios, porque quem pode entrar com uma Adin [ação direta de inconstitucionalidade] são os governos. No caso do Rio, do Espírito Santo e de São Paulo”, disse à Agência Brasil.
Rosinha, que também é prefeita de Campos, informou que o município, grande produtor de petróleo, perderá este ano, caso o veto presidencial seja derrubado, 40% de seu orçamento. “A perda é imediata e progressiva. O município perde ainda este ano 40% do seu orçamento [cerca de R$ 600 milhões], chegando a 2020 recebendo apenas 20% de tudo a que teria direito”, declarou.
O governo do Rio adiantou que vai entrar com uma Adin, no Supremo Tribunal Federal (STF), caso o veto da presidente Dilma Rousseff sobre os royalties seja derrubado pelo Congresso. Em nota, o governo fluminense estimou em R$ 4 bilhões as perdas do estado e dos municípios.
Fonte: Agência Brasil
sexta-feira, 1 de março de 2013
UFPA desenvolve robô soldador
Produção no pré-sal alcança 300 mil barris de petróleo por dia
Brasileiros avançam rumo às superligas de nióbio
O desenvolvimento de novas superligas à base de nióbio poderá levar a uma maior eficiência energética em usinas termelétricas e em sistemas de propulsão de aviões e foguetes. É o que pesquisadores brasileiros demonstraram ao desenvolver o diagrama de fases para os elementos nióbio (Nb), cromo (Cr) e boro (B).
O diagrama de fases é uma espécie de mapa sobre o que vai ocorrer com a estrutura microscópica da mistura desses três elementos em quaisquer proporções e em diferentes temperaturas.
"Podemos fazer uma analogia do diagrama de fases pensando nos elementos nióbio, cromo e boro como se eles fossem ingredientes de um bolo. A proporção correta de ingredientes, assim como a temperatura do forno, é fundamental para que o produto final [o bolo] esteja adequado para consumo", explica o professor Gilberto Carvalho Coelho, do Departamento de Engenharia de Materiais (Demar) da USP.
Superligas
O grande interesse nesses metais está na fabricação das chamadas superligas, ou ligas de alto desempenho.
As superligas são compostos de vários metais que apresentam elevada resistência mecânica, estabilidade superficial e resistência à corrosão e oxidação, além de serem relativamente leves.
Para o desenvolvimento de uma nova superliga é necessário descobrir as proporções corretas de cada ingrediente, ou seja, de cada metal.
"Então, o diagrama de fases desenvolvido [pela equipe], adicionado a outros diagramas de fases, de outros elementos, fornece os dados necessários para os engenheiros de materiais desenvolverem as novas superligas", destaca o pesquisador.
O professor Gilberto conta que os três elementos - nióbio, cromo e boro - foram escolhidos para compor o diagrama de fases exatamente pelas propriedades que conferem à liga final.
"O nióbio foi utilizado pensando na sua altíssima temperatura de fusão [2.468 °C], que o torna tão atraente para a indústria. Já o cromo confere resistência à oxidação a uma peça metálica através da formação de uma camada protetora, como uma pele, em sua superfície. No caso de uma turbina, por exemplo, o processo de aquecer e esfriar pode fazer essa camada trincar. O boro ajuda na regeneração dessa camada protetora da superfície da peça", descreve o pesquisador.
Superliga de nióbio
Devido ao altíssimo ponto de fusão, o nióbio é utilizado na produção de materiais estruturais sólidos, na construção de turbinas de termelétricas e em sistemas de propulsão da indústria aeronáutica e aeroespacial, e em mais uma série de outras utilizações.
Outro exemplo é na fabricação de ligas supercondutoras - sem resistência à passagem de corrente elétrica - para peças de tomógrafos por ressonância magnética nuclear.
Cerca de 90% das reservas mundiais de nióbio economicamente viáveis de exploração estão localizadas no Brasil, principalmente na cidade de Araxá, em Minas Gerais. Recentemente ele foi listado na "lista de risco" dos metais mais raros da Terra.
Atualmente, grande parte da indústria utiliza as superligas de níquel para estas aplicações, cuja temperatura de trabalho é, no máximo, de aproximadamente 1.150°C.
"Porém, estas ligas já são aplicadas em ambientes cuja temperatura é próxima de seus pontos de fusão, em torno de 1.350°C, o que limita ganhos adicionais de eficiência das turbinas," comenta o pesquisador, lembrando que o preço das superligas de nióbio ainda é muito elevado.
Quanto maior for a temperatura com que uma turbina puder trabalhar, maior será sua eficiência energética.
No caso de uma termelétrica, por exemplo, a turbina converte o gás natural em energia elétrica. Nessa conversão, se for usado menos combustível, serão gerados menos poluentes. Por isso, os aspectos ecológico e econômico da proposta de se desenvolver novas superligas a base de nióbio são tão interessantes.
Fonte:http://geofisicabrasil.com/noticia
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