Olá amados tecnólogos e Acadêmicos, está preste a sair do papel o maior programa de estágio da história de um curso no Amazonas, quero contar com o apoio de todos. Para isso, gostaria de reunir com as turmas de 6° período, que já estão formando, posteriormente, estenderemos a todos os demais períodos, serão estágios de 40 a 80 horas, tenho certeza que ajudará muita gente!!!
Edmilson Aguiar de Souza Presidente ATAPGMA
Tel: 92 9134-8483
92 8131-1298
Eu estou querendo ir ao Rio entre os dias 2 e 8/08, tão logo tenha resolvido estas questões darei maiores detalhes.... obrigado!!!
segunda-feira, 30 de julho de 2012
sábado, 28 de julho de 2012
Energia de lixo atrai investimento
Uma nova onda de investimentos contagia grandes empresas de saneamento. Apesar de os projetos ainda não terem saído do papel, aportes expressivos estão sendo direcionados para uma área que poderá mudar o setor, com a transformação de resíduos em energia, seja em aterros já existentes ou novos. As vantagens econômicas estão implícitas, com o maior aproveitamento do lixo tratado, porém os custos elevados e a falta de incentivo estatal ainda despertam insegurança com relação à viabilidade dos projetos.
O grupo Estre, do empresário Wilson Quintella Filho, iniciou uma operação experimental em 2011 que, atualmente, passa por um processo de licenciamento com os órgãos ambientais. Instalada em Paulínia, interior de São Paulo, onde a Estre tem seu maior Centro de Gerenciamento de Resíduos (CGR), a unidade é capaz de produzir combustível a partir dos resíduos sólidos do lixo urbano para utilização no processo produtivo (caldeiras e fornos). A usina tem capacidade para processar mil toneladas de lixo por dia, o que corresponde à geração de 500 toneladas ao dia de unidade de valorização de resíduos (UVR).
A Estre investiu cerca de R$ 50 milhões no projeto, entre equipamentos, terrenos e obras. Sem precisar uma data, o diretor de desenvolvimento organizacional do grupo, Alexandre Alvim, destaca que a expectativa é migrar de operação piloto para comercial ainda neste ano. "Estamos explorando diversas frentes, como as cimenteiras, tradicionais usuárias de combustíveis fósseis, e outras empresas que de alguma forma se baseiam em processo térmicos para geração de vapor ou energia", diz.
Além de Paulínia, a Estre avalia implantar o projeto em outras unidades no Estado de São Paulo, na região Nordeste e na cidade de Curitiba (PR).
A empresa cearense Marquise busca há seis anos uma tecnologia para fazer o tratamento dos resíduos sólidos, mas considera o custo elevado ainda um entrave ao desenvolvimento do projeto.
"As fábricas têm um valor muito alto e, na Europa, os preços que os municípios pagam pelo tratamento não têm referencia com o das cidades brasileiras. A conta não fecha. Os valores que serão gerados para tratar e vender energia não são suficientes para remunerar o dia a dia da fábrica, nem o investimento feito", afirma o diretor operacional da Marquise, Hugo Nery.
De toda forma, ele avalia que os projetos estão sendo barateados. "Antes, uma unidade com capacidade para queima de 900 toneladas de lixo por dia e geração de cerca de 20 megawatts (MW) de energia custava € 400 milhões. Hoje, o valor está em torno de € 210 milhões", aponta.
Nesse contexto, a Marquise se associou à Foxx em um projeto no município de Osasco (SP), em que fornecerá os resíduos coletados para geração de energia via tratamento térmico, a ser realizado pela empresa paulista.
Novata no setor de saneamento, a Foxx já anunciou a intenção de investir R$ 3,2 bilhões em cinco anos para implantar 16 Usinas de Recuperação de Energia (UREs) com capacidade para receber 825 toneladas de resíduo ao dia cada.
Uma das maiores do setor, a Foz do Brasil, controlada pela Odebrecht, também pretende entrar nessa área por meio de projetos de tratamento térmico de resíduos. Ela entrou em três PMIs (Procedimentos de Manifestação de Interesse) nas cidades de Mauá (SP), Porto Alegre (RS) e Camaçari (BA) e avalia que, a partir de 2015, terá condições de operar essas unidades.
Já a Essencis, joint venture formada pelos grupos Solví e Estre, está de olho nas oportunidades em biogás no aterro de Caieiras (SP), que recebe 8 mil toneladas de lixo ao dia. A empresa negocia a construção de uma termelétrica e também projeta a operação efetiva até 2015. "A ideia é pegar o metano e utilizá-lo para geração de energia através de motores a combustão", diz o coordenador de biogás da Essencis Soluções Ambientais, Fernando Freitas.
Na prática, o aterro tem sua vida útil encerrada em 2030, mas pode gerar energia até 2045. A usina teria capacidade para abastecer uma cidade de 500 mil pessoas, com produção entre 25 e 30 megawatts hora (MWh). No pico, em 2030, o volume pode alcançar 40 MWh, atendendo 650 mil pessoas.
Lúcia Coraça, diretora de química e energia da Pöyry, empresa finlandesa especializada na implantação de usinas térmicas a partir de lixo, chama atenção para a saturação dos aterros brasileiros e destaca que a melhor solução para as novas unidades está no processo de incineração.
"O tratamento térmico é o caminho mais adequado técnico e ambientalmente. Mas o que vai estimular esse tipo de investimento é a necessidade, já que ele não tem um retorno tão convidativo", diz.
O gerente do setor de projetos especiais da paulista Cetesb, Milton Norio Sagabe, destaca o maior potencial de aproveitamento da energia gerada em projetos de tratamento térmico, quando comparado aos de biogás, e chama atenção para seu menor impacto sobre o meio ambiente. "Nos aterros, num bom processo de geração de energia, se aproveita no máximo 70% do gás gerado", observa.
Fonte: Revista Tn Petróleo
O grupo Estre, do empresário Wilson Quintella Filho, iniciou uma operação experimental em 2011 que, atualmente, passa por um processo de licenciamento com os órgãos ambientais. Instalada em Paulínia, interior de São Paulo, onde a Estre tem seu maior Centro de Gerenciamento de Resíduos (CGR), a unidade é capaz de produzir combustível a partir dos resíduos sólidos do lixo urbano para utilização no processo produtivo (caldeiras e fornos). A usina tem capacidade para processar mil toneladas de lixo por dia, o que corresponde à geração de 500 toneladas ao dia de unidade de valorização de resíduos (UVR).
A Estre investiu cerca de R$ 50 milhões no projeto, entre equipamentos, terrenos e obras. Sem precisar uma data, o diretor de desenvolvimento organizacional do grupo, Alexandre Alvim, destaca que a expectativa é migrar de operação piloto para comercial ainda neste ano. "Estamos explorando diversas frentes, como as cimenteiras, tradicionais usuárias de combustíveis fósseis, e outras empresas que de alguma forma se baseiam em processo térmicos para geração de vapor ou energia", diz.
Além de Paulínia, a Estre avalia implantar o projeto em outras unidades no Estado de São Paulo, na região Nordeste e na cidade de Curitiba (PR).
A empresa cearense Marquise busca há seis anos uma tecnologia para fazer o tratamento dos resíduos sólidos, mas considera o custo elevado ainda um entrave ao desenvolvimento do projeto.
"As fábricas têm um valor muito alto e, na Europa, os preços que os municípios pagam pelo tratamento não têm referencia com o das cidades brasileiras. A conta não fecha. Os valores que serão gerados para tratar e vender energia não são suficientes para remunerar o dia a dia da fábrica, nem o investimento feito", afirma o diretor operacional da Marquise, Hugo Nery.
De toda forma, ele avalia que os projetos estão sendo barateados. "Antes, uma unidade com capacidade para queima de 900 toneladas de lixo por dia e geração de cerca de 20 megawatts (MW) de energia custava € 400 milhões. Hoje, o valor está em torno de € 210 milhões", aponta.
Nesse contexto, a Marquise se associou à Foxx em um projeto no município de Osasco (SP), em que fornecerá os resíduos coletados para geração de energia via tratamento térmico, a ser realizado pela empresa paulista.
Novata no setor de saneamento, a Foxx já anunciou a intenção de investir R$ 3,2 bilhões em cinco anos para implantar 16 Usinas de Recuperação de Energia (UREs) com capacidade para receber 825 toneladas de resíduo ao dia cada.
Uma das maiores do setor, a Foz do Brasil, controlada pela Odebrecht, também pretende entrar nessa área por meio de projetos de tratamento térmico de resíduos. Ela entrou em três PMIs (Procedimentos de Manifestação de Interesse) nas cidades de Mauá (SP), Porto Alegre (RS) e Camaçari (BA) e avalia que, a partir de 2015, terá condições de operar essas unidades.
Já a Essencis, joint venture formada pelos grupos Solví e Estre, está de olho nas oportunidades em biogás no aterro de Caieiras (SP), que recebe 8 mil toneladas de lixo ao dia. A empresa negocia a construção de uma termelétrica e também projeta a operação efetiva até 2015. "A ideia é pegar o metano e utilizá-lo para geração de energia através de motores a combustão", diz o coordenador de biogás da Essencis Soluções Ambientais, Fernando Freitas.
Na prática, o aterro tem sua vida útil encerrada em 2030, mas pode gerar energia até 2045. A usina teria capacidade para abastecer uma cidade de 500 mil pessoas, com produção entre 25 e 30 megawatts hora (MWh). No pico, em 2030, o volume pode alcançar 40 MWh, atendendo 650 mil pessoas.
Lúcia Coraça, diretora de química e energia da Pöyry, empresa finlandesa especializada na implantação de usinas térmicas a partir de lixo, chama atenção para a saturação dos aterros brasileiros e destaca que a melhor solução para as novas unidades está no processo de incineração.
"O tratamento térmico é o caminho mais adequado técnico e ambientalmente. Mas o que vai estimular esse tipo de investimento é a necessidade, já que ele não tem um retorno tão convidativo", diz.
O gerente do setor de projetos especiais da paulista Cetesb, Milton Norio Sagabe, destaca o maior potencial de aproveitamento da energia gerada em projetos de tratamento térmico, quando comparado aos de biogás, e chama atenção para seu menor impacto sobre o meio ambiente. "Nos aterros, num bom processo de geração de energia, se aproveita no máximo 70% do gás gerado", observa.
Fonte: Revista Tn Petróleo
Petrobras dá aval para fábrica de fertilizantes
O Complexo Gás-Químico de Linhares, maior projeto de produção de fertilizantes e derivados de gás natural, recebeu aprovação da diretoria da Petrobras para a contratação do projeto básico de engenharia. O empreendimento deve receber entre US$ 3,5 bilhões e US$ 4 bilhões de investimento.
Serão seis empresas de fora do país contratadas para a elaboração do plano, já que, no Brasil não existe nenhuma iniciativa semelhante. A informação foi dada pela gerente do projeto do Complexo de Linhares, Valeska da Rocha Caffarena, durante conferência terça-feira (24) na Feira da Metalmecânica, Energia e Automação (Mec Show), no Parque de Exposição de Carapina.
Até o final deste ano, a Petrobras espera que a licença prévia (LP) seja concedida ao projeto, que ocupará uma área 403 hectares na região de Palhau. A partir da obtenção da LP, terá início a elaboração do projeto básico e de engenharia do complexo.
Valeska ressaltou que a aprovação da diretoria foi muito comemorada pela equipe que desenvolve o projeto. "Imagine um complexo onde produziremos 763 mil toneladas de ureia, 790 mil toneladas de metanol, 200 mil toneladas de ácido acético, 25 mil toneladas de ácido fórmico e 30 mil de melamina por ano, no mesmo local? É um desafio muito grande", afirma a executiva da estatal.
Fonte: revista Tn Petróleo
Serão seis empresas de fora do país contratadas para a elaboração do plano, já que, no Brasil não existe nenhuma iniciativa semelhante. A informação foi dada pela gerente do projeto do Complexo de Linhares, Valeska da Rocha Caffarena, durante conferência terça-feira (24) na Feira da Metalmecânica, Energia e Automação (Mec Show), no Parque de Exposição de Carapina.
Até o final deste ano, a Petrobras espera que a licença prévia (LP) seja concedida ao projeto, que ocupará uma área 403 hectares na região de Palhau. A partir da obtenção da LP, terá início a elaboração do projeto básico e de engenharia do complexo.
Valeska ressaltou que a aprovação da diretoria foi muito comemorada pela equipe que desenvolve o projeto. "Imagine um complexo onde produziremos 763 mil toneladas de ureia, 790 mil toneladas de metanol, 200 mil toneladas de ácido acético, 25 mil toneladas de ácido fórmico e 30 mil de melamina por ano, no mesmo local? É um desafio muito grande", afirma a executiva da estatal.
Fonte: revista Tn Petróleo
Em Londres, Dilma afirma que leilão do pré-sal sairá em breve
A presidente Dilma Rousseff afirmou na quinta-feira (26), a executivos britânicos, que há interesse em realizar os novos leilões do pré-sal. Ela esclareceu que as próximas rodadas dependem de finalização da parte regulatória do processo. A questão foi levantada por representantes de empresas do Reino Unido que investem no setor no Brasil.
O encontro não estava previsto na agenda de Dilma e ocorreu a pedido dos executivos no fim da tarde (horário local), no hotel onde ela está hospedada no centro da capital britânica. Compareceram 16 executivos, entre eles o presidente do conselho de administração do BG Group, Andrew Gould; o presidente da BG Brasil, Nelson Silva; o presidente da BP, Bob Dudley; o diretor executivo da Shell, Andrew Brown; a presidente da Anglo American, Cynthia Carrol; o presidente da Tecnologia da Arcelor Mittal, Louis Schorsch; o presidente da Balfour Beatty, Ian Tyler; e o presidente da Rolls Royce, John Rishton.
A área de petróleo e gás, que atrai maior volume de investimentos no Brasil, também foi tema da reunião de quarta-feira (25) entre Dilma e o primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, em sua residência oficial, em Downing Street.
O interesse dos britânicos por investimentos no Brasil nunca foi tão grande - em 2011 somaram US$ 2,7 bilhões. O Reino Unido busca formas de retomar o crescimento econômico, e a América Latina passou a fazer parte central da política externa britânica.
Fonte: Revista Tn Petróleo
sexta-feira, 27 de julho de 2012
OGX entrega segunda carga do óleo de Waimea à Shell
A OGX comunicou que finalizou nesta quinta-feira (26) o procedimento de embarque de sua segunda carga à Shell Western Supply and Trading Ltd (Shell).
Foram embarcados 800 mil barris do óleo de Waimea (bacia de Campos), cujo destino final deverá ser a Europa. O carregamento é parte do contrato de comercialização firmado em outubro de 2011 com a parceira anglo-holandesa.
Em outubro de 2011, a OGX firmou seu primeiro contrato de comercialização com a parceira anglo-holandesa, prevendo a entrega de 1,2 milhão de barris em duas cargas de 600 mil barris cada. A primeira carga foi entregue no dia 27 de março.
A acumulação de Waimea, que foi descoberta em dezembro de 2009, é a primeira a iniciar a produção pela OGX na bacia de Campos. Com a intensificação do desenvolvimento da região, a produção seguinte será a de Waikiki, em 2013, quando a empresa receberá mais dois FPSOs, OSX-2 e OSX-3. Ambos já estão sendo construídos em Cingapura pela SBM e Modec, respectivamente.
Fonte: Revista Tn Petróleo
Foram embarcados 800 mil barris do óleo de Waimea (bacia de Campos), cujo destino final deverá ser a Europa. O carregamento é parte do contrato de comercialização firmado em outubro de 2011 com a parceira anglo-holandesa.
Em outubro de 2011, a OGX firmou seu primeiro contrato de comercialização com a parceira anglo-holandesa, prevendo a entrega de 1,2 milhão de barris em duas cargas de 600 mil barris cada. A primeira carga foi entregue no dia 27 de março.
A acumulação de Waimea, que foi descoberta em dezembro de 2009, é a primeira a iniciar a produção pela OGX na bacia de Campos. Com a intensificação do desenvolvimento da região, a produção seguinte será a de Waikiki, em 2013, quando a empresa receberá mais dois FPSOs, OSX-2 e OSX-3. Ambos já estão sendo construídos em Cingapura pela SBM e Modec, respectivamente.
Fonte: Revista Tn Petróleo
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Região Sul do Amazonas concentra a maioria dos garimpos ilegais registrados pelo Ibama
No primeiro semestre deste ano, o órgão autuou 27 proprietários de áreas de garimpagem irregulares. As multas somaram R$ 250 mil
Garimpagem no Sul explica-se pela proximidade com província do Tapajós (Arquivo/AC)
Os Municípios de Novo Aripuanã, Manicoré e Apuí, no Sul do Amazonas, concentram as principais áreas invadidas para atividades garimpeiras, aponta o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). No primeiro semestre deste ano, o órgão autuou 27 proprietários de áreas de garimpagem irregulares. As multas somaram R$ 250 mil.
Há uma semana, por exemplo, o Ibama desativou o garimpo irregular Palmares, no Sul do Amazonas, a aproximadamente 230 quilômetros da sede de Apuí. A área explorada estava localizada na rodovia BR-230, a Transamazônica, fronteira entre o Amazonas e o Pará.
De acordo com o Ibama, diversas denúncias foram feitas contra a exploração e extração ilegal de ouro naquela região, e que vinha causando grande degradação e dano ambiental na região. A atividade garimpeira estava sendo praticada desde 2007. Os proprietários não foram encontrados, mas já foram identificados pelo órgão.
Segundo o secretário executivo adjunto de Mineração, Geodiversidade e Recursos Hídricos do Amazonas, Daniel Nava, no Sul do Estado é comum a prática irregular das atividades garimpeiras nessa região pois está próxima da província ourífera do Tapajós, no Pará, mas que a secretaria tem feito o acompanhamento da fiscalização do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) para combater o aumento desse tipo de crime que pode penalizar o responsável com multas entre R$ 500 e R$ 10 mil, além de detenção.
“Nós estamos acompanhando o Eldorado do Juma desde 2006, mas também monitoramos a fiscalização de outras áreas da região. As cooperativas interessadas em explorar regularmente a atividade garimpeira deve procurar a secretaria, bem como buscar licenciamento no Instituto de Proteção Ambiental e no DNPM”, esclareceu Nava.
Na região do Sul do Amazonas, apenas o Eldorado do Juma é reconhecido como área de atividade garimpeira regular. A área pleiteada pela Cooperativa Extrativista Mineral Familiar do Rio Juma (Cooperjuma) é de 10 mil hectares, área comparada a de dez mil estádios de futebol.
Matupi
No mês passado, o Ibama realizou uma ação de fiscalização na rodovia Transamazônica (BR-230) no distrito de Santo Antônio do Matupi, conhecido como Km 180, no município de Manicoré, e desativou um garimpo ilegal na região.
Fiscalização
A atividade garimpeira na área de Matupi já havia sido embargada no ano passado pelo órgão ambiental e voltou a funcionar clandestinamente. O lugar foi novamente fiscalizado e os atos ilegais foram interrompidos pelos agentes do Ibama.
Fonte: http://acritica.uol.com.br/amazonia/Manaus-Amazonas-Amazonia-Garimpeiros-Regiao-Sul-Amazonas-registrados-Ibama_0_743925601.html
Garimpagem no Sul explica-se pela proximidade com província do Tapajós (Arquivo/AC)
Os Municípios de Novo Aripuanã, Manicoré e Apuí, no Sul do Amazonas, concentram as principais áreas invadidas para atividades garimpeiras, aponta o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). No primeiro semestre deste ano, o órgão autuou 27 proprietários de áreas de garimpagem irregulares. As multas somaram R$ 250 mil.
Há uma semana, por exemplo, o Ibama desativou o garimpo irregular Palmares, no Sul do Amazonas, a aproximadamente 230 quilômetros da sede de Apuí. A área explorada estava localizada na rodovia BR-230, a Transamazônica, fronteira entre o Amazonas e o Pará.
De acordo com o Ibama, diversas denúncias foram feitas contra a exploração e extração ilegal de ouro naquela região, e que vinha causando grande degradação e dano ambiental na região. A atividade garimpeira estava sendo praticada desde 2007. Os proprietários não foram encontrados, mas já foram identificados pelo órgão.
Segundo o secretário executivo adjunto de Mineração, Geodiversidade e Recursos Hídricos do Amazonas, Daniel Nava, no Sul do Estado é comum a prática irregular das atividades garimpeiras nessa região pois está próxima da província ourífera do Tapajós, no Pará, mas que a secretaria tem feito o acompanhamento da fiscalização do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) para combater o aumento desse tipo de crime que pode penalizar o responsável com multas entre R$ 500 e R$ 10 mil, além de detenção.
“Nós estamos acompanhando o Eldorado do Juma desde 2006, mas também monitoramos a fiscalização de outras áreas da região. As cooperativas interessadas em explorar regularmente a atividade garimpeira deve procurar a secretaria, bem como buscar licenciamento no Instituto de Proteção Ambiental e no DNPM”, esclareceu Nava.
Na região do Sul do Amazonas, apenas o Eldorado do Juma é reconhecido como área de atividade garimpeira regular. A área pleiteada pela Cooperativa Extrativista Mineral Familiar do Rio Juma (Cooperjuma) é de 10 mil hectares, área comparada a de dez mil estádios de futebol.
Matupi
No mês passado, o Ibama realizou uma ação de fiscalização na rodovia Transamazônica (BR-230) no distrito de Santo Antônio do Matupi, conhecido como Km 180, no município de Manicoré, e desativou um garimpo ilegal na região.
Fiscalização
A atividade garimpeira na área de Matupi já havia sido embargada no ano passado pelo órgão ambiental e voltou a funcionar clandestinamente. O lugar foi novamente fiscalizado e os atos ilegais foram interrompidos pelos agentes do Ibama.
Fonte: http://acritica.uol.com.br/amazonia/Manaus-Amazonas-Amazonia-Garimpeiros-Regiao-Sul-Amazonas-registrados-Ibama_0_743925601.html
Auxilio em Pesquisas.
Senhores, Quem estiver fazendo pesquisas, ou interessado em começar, nestes assuntos abaixo, façam contato diretamente com os Chefes de departamentos de pesquisa da Universidade do Texas, Escola de Petróleo (Cockrell), considerada, recentemente, como a melhor do mundo.
Mateus Balhoff
balhoff@mail.utexas.edu
Escala do poro e modelagem multiescala, engenharia e reservatório; fluxo e transporte em meios porosos
J. Eric Bickel (conjunta com a Engenharia Mecânica)
ebickel@mail.utexas.edu
Decisão e análise de risco, a incerteza quantificação de valor, de informações.
Paul Bommer
pmbommer@mail.utexas.edu
Reservatório de avaliação; projeto de recuperação melhorada com anos de prática de perfuração e produção
Steven L. Bryant
Steven_Bryant@mail.utexas.edu
Petrofísicas, fluxo reativo e transporte, a relação entre microestrutura e propriedades macroscópicas de meios granulares, aplicações de computação em larga escala
Ben H. Caudle (emérito)
bcaudle@mail.utexas.edu
Reservatório de engenharia; waterflooding; recuperação secundária de petróleo e aprimorados
Mojdeh Delshad
delshad@mail.utexas.edu
Recuperação avançada de petróleo, engenharia de reservatório, simulação e modelagem de águas subterrâneas e remediação.
David DiCarlo
dicarlo@mail.utexas.edu
Fluxo de fluido; poros escala física; deslocamentos preferenciais e composicional; processos de injeção de gás
KE Cinza
ken_gray@mail.utexas.edu
Perfuração e mecânica das rochas; mecânica do poço, engenharia de reservatórios; fluxo de fluido transitória; mecânica da fratura; poços horizontais
Gale Greenleaf
greenleaf@mail.utexas.edu
Redação técnica e comunicação
Chun Huh
chunhuh@mail.utexas.edu
Processos de recuperação avançada de petróleo, com especial ênfase na modelagem de processos, o uso de polímeros para melhorar a recuperação de petróleo.
Larry W. Lake
larry_lake@mail.utexas.edu
Recuperação avançada de petróleo, engenharia de reservatório, caracterização de reservatórios, modelagem geoquímica; simulação
Krishan A. Malik (professor adjunto)
kmalik@mail.utexas.edu
Reservatório e avaliação econômica; economia da energia e da política, finanças petróleo e gás, petróleo e geologia estrutural
Kishore K. Mohanty
mohanty@mail.utexas.edu
Transporte de fluidos simples e complexas em complexas matérias microestruturadas para aplicações em ambiente, energia e biotecnologia
P. Nguyen Quoc
quoc_p_nguyen@mail.utexas.edu
Chemical recuperação avançada de petróleo, tecnologia de controle de conformidade; estimulou a produção de hidrocarbonetos; conversão térmica e química do alcatrão de areia e xisto betuminoso; nanopartículas funcionalizadas para aplicações de subsuperfície
Jon E. Olson
jolson@mail.utexas.edu
Naturalmente reservatórios fraturados; mecânica das rochas; fraturamento hidráulico, geologia estrutural, aplicações de GPS em petróleo e engenharia geossistemas
Tadeusz W. Patzek
patzek@mail.utexas.edu
Caracterização de reservatórios; recuperação avançada de petróleo, energias alternativas
Ekwere J. Peters (aposentado)
ejpeters@mail.utexas.edu
Fluxo de fluidos em meios porosos; operações de campo; petrofísica, engenharia de reservatório
Augusto L. podio (aposentado)
apodio@mail.utexas.edu
Bem controle e otimização de perfuração; sistemas de computador baseados em produção, fluxo multifásico, optimização do feixe de bombeamento
Gary A. Papa
gpope@mail.utexas.edu
Recuperação avançada de petróleo, engenharia de reservatório, fluxo de fluidos em meios porosos; simulação numérica; comportamento de fase e propriedades dos fluidos; polímeros solúveis em água; surfactantes; surfactante remediação do aqüífero reforçado; caracterização de NAPLs nas águas subterrâneas, uso de marcadores para a caracterização dos aqüíferos
Masa Prodanović
masha@ices.utexas.edu
Multifásica de fluxo em meios porosos heterogêneos, caracterização meios porosos; método set nível, análise de imagem; mecânica de sedimentos / fraturamento e ferrohydrodynamics.
Robert S. Schechter (emérito)
rsschechter@mail.utexas.edu
Recuperação avançada de petróleo, química de superfície, propriedades de surfactantes em solução; óleo bem estimulação
Kamy Sepehrnoori
kamys@mail.utexas.edu
Simulação de recuperação avançada de petróleo, métodos computacionais; vetorial e computação paralela; matemática aplicada, modelagem de remediação do subsolo; bases de dados
Mukul M. Silva
msharma@mail.utexas.edu
Dano à formação; petrofísica; fluxo de fluidos em meios porosos
Sanjay Srinivasan
ssriniva@mail.utexas.edu
Reservatório de engenharia, modelagem de fluxo.
Carlos Torres-Verdin
cverdin@uts.cc.utexas.edu
Petrofísica, avaliação, formação geofísica
Eric van Oort
vanoort@austin.utexas.edu
Perfuração, fluidos de perfuração, a estabilidade do poço
Willem van Rensburg CJ (aposentado)
vanrensburg@mail.utexas.edu
Minerais e energéticos economia, combustíveis sintéticos; carvão e exploração de lenhite
Mary F. Wheeler (em conjunto com Engenharia Aeroespacial e Engenharia Mecânica)
mfw@ices.utexas.edu
Soluções numéricas de sistemas diferenciais parciais com aplicações a fluir em meios porosos e computação paralela
Abraços a todos!
Luiz Henrique
luizhenrique_99@yahoo.com~~V
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